- Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal, classifica a situação nos aeroportos de “desastre nacional” e diz que tem de ficar resolvida até julho.
- O responsável descreve o cenário como um drama total, com filas longas, atrasos e dificuldades na entrada e saída de passageiros.
- Afirma que é uma vergonha para Portugal, que pretende mostrar-se como destino turístico de qualidade.
- Aponta medidas do Governo: contratar mais pessoal, melhorar os sistemas de controlo e aumentar a capacidade aeroportuária; avisa que, se não for resolvido até julho, o verão será caótico.
- Reinaldo Rodrigues comentou que tem mantido contacto com o Governo e que há sensibilidade para resolver o problema, mas é necessária urgência.
Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal, afirmou que a situação nos aeroportos do país é um desastre nacional e que o Governo tem de resolver até julho, em declarações à Lusa. O objetivo é alterar o cenário durante o verão.
Segundo o responsável, há longas filas, atrasos e dificuldades na entrada e saída de passageiros, o que caracteriza a atual realidade de muitos terminais. Calheiros considerou que é uma vergonha para Portugal apresentar-se ao mundo como destino turístico de qualidade.
Se não houver respostas rápidas, o verão pode agravar a situação, alertou. O presidente da CT-Portugal destacou a urgência de melhorar a operação aérea para evitar o colapso de serviços durante a época alta.
Medidas propostas
O líder associativo defende medidas como a contratação de mais pessoal, a melhoria dos sistemas de controlo e o aumento da capacidade aeroportuária. A título de contexto, disse que tem mantido contactos com o Governo e que existe sensibilidade para resolver o problema.
De acordo com Calheiros, a cooperação institucional é essencial e há reconhecimento da necessidade de agir rapidamente. A-Ição conjunta entre entidades públicas e privadas é apresentada como caminho para normalizar os fluxos de passageiros.
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