- Peritos independentes avaliaram os imóveis da primeira hasta pública da Estamo, realizada em março, para vender património estatal desocupado.
- Foram definidos os preços mínimo e máximo de alienação de cada imóvel, e as vendas ocorreram pelo valor mais alto definido.
- O montante-base inicial foi superado em cerca de 21,9%, segundo o Ministério das Finanças.
- O Partido Socialista acusou o Governo de se comportar como um “agente imobiliário invertido” e pediu explicações no Parlamento sobre o ministro da Habitação e o presidente da Estamo.
Peritos avaliaram imóveis do Estado integrada na primeira hasta pública da Estamo, realizada em março, para vender património estatal desocupado. O foco foi esclarecer o que aconteceu, quem esteve envolvido e porquê.
A avaliação envolveu duas análises externas, conduzidas por entidades autónomas, independentes e idóneas. Os peritos determinaram os preços mínimo e máximo de alienação de cada imóvel, e o leilão ocorreu pelo valor mais alto entre esses critérios.
O montante-base inicial foi superado em cerca de 21,9%, segundo a tutela. A observação é de que as vendas não obedeceram a valores abaixo do que é praticado no mercado, contra a leitura de alguns especialistas.
O PS reagiu, acusando o Governo de agir como um “agente imobiliário invertido” e pediu explicações no Parlamento. O deputado Luís Testa, vice-presidente da bancada socialista, criticou que a AD vende barato e compra caro, citando o caso da Estamo.
Avaliação e próximos passos
A informação oficial detalha o processo de avaliação e o resultado do leilão, sem incluir comentários adicionais. O Ministério das Finanças afirma que o procedimento seguiu normas de transparência e de avaliação independente.
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