- António Pires de Lima, presidente da comissão executiva da Brisa e ex-ministro da Economia, foi convidado da Hora da Verdade.
- Afirma que o tráfego nas auto-estradas da Brisa aumentou 20% e que a mortalidade caiu para metade.
- Diz que é oportuno manter parcerias com privados em concessões de auto-estradas, com a Infra-Estruturas de Portugal a ter um papel complementar.
- Referiu a atuação da Brisa durante o comboio de tempestades em Fevereiro e destacou a necessidade de cooperação com o Governo.
- Desafiou o novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, a intensificar o combate à sinistralidade rodoviária em conjunto.
António Pires de Lima, presidente da comissão executiva da Brisa e ex-ministro da Economia, foi o convidado da Hora da Verdade, em parceria com o PÚBLICO-Renascença. Numa entrevista, afirmou que o tráfego nas autoestradas da Brisa aumentou cerca de 20% e que a mortalidade esteve pela metade, durante o conjunto de tempestades em fevereiro. O foco foi explicar a atuação da concessionária nesses dias conturbados.
O dirigente explicou como a Brisa atuou no período de mau tempo, em fevereiro, com medidas de resposta rápidas e coordenação interna. A entrevista também detalhou a natureza da parceria entre o jornal e o grupo, e o que se espera para futuras concessões de estradas, com o Estado a assumir um papel complementar.
Ao falar sobre sinistralidade, Pires de Lima referiu um balanço positivo para as autoestradas da Brisa, associando os números a ações de segurança implantadas pela concessionária. Além disso, deixou um desafio ao Governo e ao novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, para intensificar a cooperação no combate às operações de melhoria rodoviária.
Sinistralidade rodoviária: balanço da atividade
Foram apresentados dados sobre a redução de mortalidade ao longo de seis anos nas vias geridas pela Brisa, com melhoria contínua em indicadores de segurança. A entrevista enfatizou ainda a importância de manter parcerias público-privadas para a gestão de infraestruturas rodoviárias.
Futuro das concessões e papel do Estado
Foi discutida a perspetiva de que o Estado tenha um papel complementar no financiamento e na regulação, mantendo a atuação privada como principal motor de gestão de autoestradas. A conversa encerrou com a visão de que a colaboração entre entidades públicas e privadas deve continuar a ser avaliada à luz de resultados operacionais.
Entre na conversa da comunidade