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Remuneração média mensal por trabalhador sobe 2,7% em termos reais até março

Remuneração bruta média sobe 5% para 1611 euros no 1º trimestre; avança 2,7% em termos reais, segundo o INE, cobrindo 4,8 milhões de postos de trabalho

Salários continuam a subir
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  • A remuneração bruta mensal média por trabalhador subiu 5% no primeiro trimestre face ao mesmo período de 2025, para 1.611 euros, mas, em termos reais, subiu 2,7%.
  • As componentes regular e base da remuneração aumentaram 5,1%, situando-se em 1.428 euros e 1.335 euros, respetivamente; em termos reais, crescem 2,8% cada.
  • O indicador abrange 4,8 milhões de postos de trabalho, mais 1,9% que no mesmo periodo de 2025.
  • Em relação a dezembro de 2025, o IPC manteve-se em 2,2% e as remunerações reais desaceleraram para 2,7%.
  • Os maiores aumentos ocorreram em agricultura, floresta e pesca (10%), em empresas com 10 a 19 trabalhadores (6%), no sector privado (5,3%) e em atividades de alta tecnologia industrial (7,2%).

A remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 5% no primeiro trimestre face ao mesmo período de 2025, situando-se em 1.611 euros. Em termos reais, já ajustada a inflação, subiu 2,7%, revelou o INE nesta sexta-feira.

A variação verificou-se tanto na componente regular como na base, ambas a subir 5,1%, fixando-se em 1.428 euros e 1.335 euros, respetivamente. O INE aponta que, em termos reais, as duas componentes registaram aumentos de 2,8%.

Os dados dizem respeito a 4,8 milhões de postos de trabalho abrangidos pela Segurança Social e pela Caixa Geral de Aposentações, mais 1,9% em relação a igual período de 2025. Em relação a dezembro de 2025, houve estabilidade dos preços e uma desaceleração das remunerações reais para 2,7%.

Em comparação com março de 2024, houve aumentos em quase todas as dimensões: tipo de atividade, dimensão de empresa, setor institucional, intensidade tecnológica e intensidade de conhecimento. Os maiores aumentos ocorreram em agricultura, floresta e pesca (10,0%), empresas com 10 a 19 trabalhadores (6,0%), setor privado (5,3%) e na alta tecnologia industrial (7,2%).

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