- O excedente da balança comercial externa de produtos agrícolas da UE foi de 24,7 mil milhões de euros em 2025, abaixo do homólogo de 39,2 mil milhões.
- As exportações da UE para países terceiros aumentaram 1,6% em 2025, para 238,2 mil milhões de euros; as importações subiram 9,3%, para 213,5 mil milhões.
- Principais parceiros de exportação em 2025: Reino Unido (23,3%, 55,6 mil milhões de euros), Estados Unidos (12,0%, 28,5 mil milhões), Suíça (5,7%, 13,5 mil milhões) e China (4,9%, 11,6 mil milhões).
- Em comparação com 2024, as quotas de maioria dos parceiros mantiveram-se estáveis; os Estados Unidos registaram queda de 0,9% devido à Tarifa sobre vários produtos agrícolas.
- Principais origens das importações da UE: Brasil (8,5%, 18,2 mil milhões), Reino Unido (8,0%, 17,1 mil milhões), Estados Unidos (6,2%, 13,3 mil milhões) e China (5,1%, 10,9 mil milhões); a quota de importações da Ucrânia caiu de 6,7% para 5,0% com o fim das medidas de facilitação comercial.
O excedente da balança comercial externa de produtos agrícolas da União Europeia atingiu 24,7 mil milhões de euros em 2025, segundo o Eurostat. O valor representa menos 39,2 mil milhões face ao ano anterior, mantendo-se, ainda assim, positivo para o bloco. A dinâmica resulta de alterações nas exportações e nas importações.
As exportações para países terceiros em 2025 cresceram 1,6% em comparação com 2024, totalizando 238,2 mil milhões de euros. As importações aumentaram 9,3%, para 213,5 mil milhões.
Principais parceiros de exportação e origem das importações
Entre os principais fornecedores externos de bens agrícolas da UE, o Reino Unido manteve a maior quota, com 23,3% (55,6 mil milhões de euros). Seguem-se os Estados Unidos, com 12,0% (28,5 mil milhões de euros), a Suíça, com 5,7% (13,5 mil milhões) e a China, com 4,9% (11,6 mil milhões).
Comparativamente a 2024, as quotas de muitos parceiros registaram flutuações reduzidas, destacando-se uma queda de 0,9% nos Estados Unidos, associada à aplicação de tarifas sobre vários produtos agrícolas.
A maior parte das importações da UE teve origem no Brasil (8,5% ou 18,2 mil milhões de euros), no Reino Unido (8,0% ou 17,1 mil milhões), nos Estados Unidos (6,2% ou 13,3 mil milhões) e na China (5,1% ou 10,9 mil milhões).
Em relação a 2024, os parceiros da UE para bens agrícolas mantiveram-se globalmente estáveis, mas a quota de importações originárias da Ucrânia caiu de 6,7% para 5,0%, após o fim das medidas de facilitação comercial para esses produtos.
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