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Mirandeses exigem liquidação precisa de 500 milhões em impostos das barragens

Mirandeses exigem liquidação sem erros dos 500 milhões de impostos das barragens pela Autoridade Tributária, para assegurar receitas aos municípios, com vigilância do TC e IGF

Barragem de Miranda
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  • Mirandeses pedem à Autoridade Tributária a liquidação de 500 milhões de euros em impostos sobre as barragens, sem erros de direito, de procedimento ou de quantificação.
  • O Movimento Cultural da Terra de Miranda exorta a AT a complementar o despacho do Ministério Público, para assegurar a legalidade e a transparência do processo.
  • O movimento sustenta que o montante a liquidar supera os 335 milhões apurados, porque o MP apenas abrangeu duas das três fases do negócio.
  • As populações da Terra de Miranda e de outros oito municípios onde se situam as barragens têm direito a receber as receitas desses impostos, através dos seus municípios.
  • O Movimento enviou à AT uma exposição detalhada e pediu o acompanhamento do Tribunal de Contas e da Inspeção-Geral de Finanças para evitar erros que prejudiquem as populações.

O Movimento Cultural da Terra de Miranda (MCTM) pediu à Autoridade Tributária (AT) que liquide os impostos das barragens do total de 500 milhões de euros sem falhas de direito, de procedimento ou de quantificação. O objetivo é evitar qualquer possibilidade de anulação ou litígio com as concessionárias, mantendo a legitimidade do processo.

Segundo o MCTM, o valor a liquidar excede os 335 milhões inicialmente apurados porque o despacho do Ministério Público não abrangeu todas as fases do negócio. As populações da Terra de Miranda e dos oito municípios onde se situam as barragens defendem o direito a receber todas as receitas, através dos seus municípios.

O movimento enviou à AT uma exposição detalhada com os requisitos jurídicos-tributários pretendidos, já disponibilizada às entidades políticas e de controlo competentes. Mantém-se a confiança nos serviços da AT, mas o grupo reclama supervisão para evitar erros que possam prejudicar as populações, pedindo a atuação do Tribunal de Contas e da Inspeção-Geral de Finanças antes da liquidação ser emitida.

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