- Castro Almeida, ministro da Coesão Territorial, diz que a limpeza das matas até ao Verão enfrenta atrasos devido aos concursos, que atrasam as obras.
- Retirar a lenha e todo o material combustível deixado pelo comboio de tempestades de janeiro e fevereiro é considerado “um enorme problema”.
- Em entrevista ao PÚBLICO, reconhece que a avaliação e aprovação de candidaturas à reconstrução de casas atingidas está bastante atrasada.
- No entanto, para o sector empresarial, já estão aprovados mais de 1,5 mil milhões de euros para cerca de 8 mil empresas.
Manuel Castro Almeida, ministro da Coesão Territorial, afirmou que a remoção de lenha e de todo o material combustível deixado pelos temporais de janeiro e fevereiro representa um desafio significativo para as estruturas públicas. A recuperação ambiental das áreas afetadas está a exigir uma resposta célere, explicou em entrevista ao PÚBLICO.
O ministro reconheceu que o processo de avaliar e aprovar candidaturas à reconstrução de casas atingidas pelo último Inverno tem estado bastante atrasado. A avaliação das candidaturas é uma etapa essencial para o desbloqueio de apoios e projetos para famílias e comunidades afetadas.
Relativamente ao apoio ao setor empresarial, Castro Almeida indicou números positivos: estão aprovados mais de 1,5 mil milhões de euros para cerca de 8 mil empresas, o que corresponde a uma parte relevante do esforço de reconstrução económica pós-tempestades.
Progresso na reconstrução
O ministro vincou que os mecanismos de apoio para as empresas já apresentam avanços significativos, apesar das dificuldades administrativas que atrasam a chegada de fundos a projetos habitacionais. A prioridade continua a ser acelerar as avaliações, sem comprometer o escrutínio técnico necessário.
Em ambos os vectores, ambiental e económico, o objetivo é que, até ao verão, as operações de limpeza e a implementação de apoios estejam mais adiantadas, minimizando impactos para as comunidades afetadas.
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