- Durante a Ovibeja, o Presidente da República afirmou compreender as dificuldades dos agricultores, que se intensificam com o bloqueio duplo do estreito de Ormuz pelo Irão e pelos Estados Unidos.
- Garantiu que é necessário que os fertilizantes cheguem às terras dos agricultores a preços acessíveis para evitar impactos nos alimentos.
- Assinalou que muitas bolsas portuguesas não acompanham o aumento da carestia dos alimentos.
- Reiterou que os agricultores são empresários com duplo risco: o de empreender e o de depender do que a natureza oferece, com más notícias em algumas temporadas.
- Sublinhou que, no setor agrícola, o risco não está totalmente coberto pelos seguros, o que implica falta de condições para cobrir o risco como deveriam.
Durante a visita à Ovibeja, o Presidente da República manifestou compreensão pelas dificuldades enfrentadas pelos agricultores, destacando que os desafios são agravados por fatores externos. A análise incidiu sobre o acesso a insumos a preços competitivos e a relação com o custo de vida.
O chefe de Estado sublinhou a necessidade de que os fertilizantes cheguem aos campos a custos adequados, para evitar que o aumento de preços se refleta nos alimentos. A preocupação envolveu o impacto nas bolsas dos cidadãos, com repercussões no consumidor final.
A discussão ocorreu no final da visita ao certame de Beja, sem direito a perguntas dos jornalistas. Seguro destacou que os agricultores atuam como empresários perante dois tipos de risco: o risco de empreender e a dependência da natureza.
Segundo o Presidente, o setor agrícola exige maior cobertura de risco, dado o nível de incerteza na atividade. A alegação é de que as condições atuais não permitem assegurar o resguardo necessário para o setor, em comparação com outras áreas da economia.
A situação está relacionada ao bloqueio do estreito de Ormuz, que continua imposto pelo Irão e pelos Estados Unidos, no contexto do conflito no Médio Oriente, o que afeta o trânsito de hidrocarbonetos e outros produtos.
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