- O Banco Central Europeu manteve as taxas de juro, com a principal taxa diretora nos 2% desde junho de 2025.
- A presidente Christine Lagarde sublinhou a incerteza causada pelo conflito no Irão, defendendo a necessidade de recolher informações adicionais antes de ajustar a política.
- A inflação homóloga na zona euro subiu para 2,6% em março, acima do objetivo de 2%.
- Os índices de gestão de compras (PMI) indicaram contração da atividade económica na zona euro em abril, a primeira em 16 meses, devido à guerra no Médio Oriente.
- O desfecho depende do acordo duradouro entre Irão e Estados Unidos para assegurar fluxos no estreito de Ormuz, fator fora do controlo do BCE.
O Banco Central Europeu manteve as taxas de juro. A taxa diretora continua nos 2% desde junho de 2025, apesar das incertezas económicas atuais.
Christine Lagarde destacou, na passada semana, a instabilidade do conflito no Irão e os seus impactos na economia, sublinhando que isso dificulta antever a duração do choque económico.
A inflação na zona euro aumentou para 2,6% em março, acima do objetivo de 2%.
Indicadores PMI indicaram contração da atividade económica na zona euro em abril, pela primeira vez em 16 meses, devido à guerra no Médio Oriente.
Contexto económico
O BCE enfatiza que o desfecho do conflito no Irão depende de acordos duradouros entre Irão e Estados Unidos, sobretudo para manter estáveis os fluxos no estreito de Ormuz, algo que não está sob controlo da instituição.
Perspectivas
Apesar da decisão de manter as taxas, a instituição acompanha de perto sinais de inflação, atividade económica e evoluções geopolíticas, que podem influenciar futuras revisões da política monetária.
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