- A reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) para discutir o pacote laboral arrancou já perto das 15h30, apesar de estar marcada para as 15h.
- Antes, houve um encontro paralelo entre o Governo, as confederações patronais e a UGT, do qual a CGTP alega ter ficado excluída.
- A CGTP qualificou o episódio como “simulacro de negociação”, alegando que a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, esteve reunida com os líderes patronais e a UGT enquanto a central sindical esperava.
- Questionada sobre o encontro, uma fonte do Ministério do Trabalho remeteu a resposta para o final da reunião, que continuava a decorrer às 16h30.
- Esta é a quarta reunião da CPCS para debater a proposta do Governo para alterar a legislação laboral, apresentada após ter sido aprovada a 24 de julho de 2025.
A reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) para discutir o pacote laboral arrancou apenas às 15h30, no Palácio das Laranjeiras, apesar de estar marcada para as 15h. A diferença no horário foi comunicada por uma fonte oficial.
Antes, ocorreu um encontro paralelo entre o Governo, as confederações patronais e a UGT, do qual a CGTP afirma ter ficado de fora. A central sindical sustenta que o diálogo não seguiu as formalidades previstas.
Segundo a CGTP, Tiago Oliveira e a restante comitiva da intersindical foram excluídos desse encontro. A entidade descreve o episódio como um simulacro de negociação e acusa a ministra do Trabalho, Rosário Ramalho, de ter reunido apenas com os líderes patronais e a UGT.
O Público questionou o Ministério do Trabalho sobre o encontro e as razões da exclusão, mas recebeu uma resposta apenas para o final da reunião, que continuava às 16h30. A informação adicional não foi imediatamente esclarecida.
Este é o quarto encontro da CPCS para discutir a proposta do Governo de alterar a legislação laboral, aprovada a 24 de julho de 2025.
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