- O cabaz alimentar essencial, de 63 produtos, atingiu novo máximo de 259,52 euros esta semana, com subida de 1,57 euros face à semana anterior, segundo a Deco PROteste.
- O cabaz, que monitora carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, é o mais caro desde o início das análises em 2022.
- Em relação a há um ano, o custo dos mesmos produtos era de 22,65 euros menos.
- Os itens que mais subiram na última semana foram pão de forma (12%), cebolas (11%) e alface frisada (8%).
- Em termos anuais, as maiores subidas ocorreram em couve-coração (49%), carapau (48%) e brócolos (47%).
O cabaz essencial, composto por 63 produtos, atingiu esta semana o novo máximo de 259,52 euros. A lista inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
O valor representa um aumento de 1,57 euros face à semana anterior, segundo a DECO PROteste. Mesmo assim, o montante não subiu tanto como na semana anterior, quando quase chegou a três euros.
Entre os itens destacados estão peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Variação semanal e comparação anual
Na análise, a DECO PROteste lembra que, apesar do recente aumento, o cabaz continua o mais caro de sempre desde o início do monitorização, em 2022. Em termos anuais, os mesmos produtos já custaram 22,65 euros a menos há um ano.
Na última semana, destacaram-se subidas significativas em pão de forma (12%), cebolas (11%) e alface frisada (8%). Estas oscilações ajudam a explicar a evolução do cabaz na janela temporal analisada.
Em relação ao ano anterior, as maiores variações aconteceram em couve-coração (49%), carapau (48%) e brócolos (47%), refletindo aumentos relevantes no conjunto de itens acompanhados pela metodologia da DECO PROteste.
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