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Linha de crédito para custos de energia não saiu do papel dizem empresas

Linha de crédito de 600 milhões de euros anunciada pelo Governo não chegou às empresas, agravando custos com energia desde o início da ofensiva no Médio Oriente

Empresas de transportes entre as mais afetadas pela subida dos combustíveis
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  • A linha de crédito de 600 milhões de euros anunciada pelo Governo para empresas dependentes de energia ainda não foi disponibilizada.
  • As dificuldades com custos de energia agravaram-se desde o início da ofensiva no Médio Oriente; o gasóleo subiu 49 cêntimos e já ultrapassa os dois euros por litro.
  • O Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias afirma que as despesas com combustíveis e portagens se tornam cada vez mais insuportáveis, sem confirmação de chegada dos apoios às empresas.
  • A linha destina-se a conceder crédito a empresas cuja despesa com energia represente mais de 20% dos custos de produção.
  • Além dessa medida, o Governo já tinha opções como redução do imposto sobre produtos petrolíferos, libertação de 10% das reservas estratégicas de petróleo e apoio extraordinário de 150 milhões de euros por mês a vários setores, incluindo transportes.

Não há forma de os apoios anunciados pelo Governo chegarem às empresas, dizem sectores. A linha de crédito de 600 milhões de euros permanece sem implementação, mais de dois meses depois da promessa.

O Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias confirma que custos com combustível e portagens se tornam cada vez mais pesados. O Ministério das Infraestruturas e Habitação não respondeu a pedidos de esclarecimento.

Medidas anunciadas e atual situação

Em abril, Luís Montenegro anunciou a linha de crédito para empresas mais dependentes de combustíveis, com despesa de energia acima de 20% dos custos de produção. A ideia é financiar custos de energia elevados.

Paralelamente, o Governo já avançou com outras medidas: redução de impostos sobre combustíveis, liberação de 10% das reservas estratégicas de petróleo e um apoio extraordinário de 150 milhões de euros por mês para setores, incluindo transportes.

Desde 28 de fevereiro, início da ofensiva no Médio Oriente, a gasolina subiu 23 cêntimos, para 1,91 €/l. O gasóleo registou o maior agravamento, com aumento de 49 cêntimos, acima de 2,00 €/l.

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