- A Câmara Municipal de Guimarães assinou o contrato-promessa de compra e venda para adquirir 75 frações autónomas em Azurém, no âmbito do 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação.
- O contrato foi celebrado com o Grupo Casais, representado pelo CEO António Carlos Rodrigues, com um prazo de execução de um ano após a aprovação na reunião de 16 de fevereiro de 2026.
- O empreendimento, com área superior a quatro mil metros quadrados, terá dois acessos, estacionamento e zonas verdes, e é composto por 34 apartamentos T1, 30 T2, 10 T3 e um T4, recorrendo a construção modular; investimento global de cerca de 12,6 milhões de euros.
- O autarca Ricardo Araújo destacou a prioridade da governação municipal em aumentar a oferta de habitação pública e privada, e criticou a atual gestão do financiamento do PRR para habitação pública.
- Em dezembro de 2025, Guimarães pediu ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana uma conversão para Regime Especial de Financiamento, com comparticipação estimada em cerca de 8,6 milhões de euros.
Guimarães avança com 75 habitações públicas em Azurém, após a assinatura de um contrato-promessa entre a Câmara e o Grupo Casais. O projeto integra o programa de apoio ao acesso à habitação e está planeado para Azurém.
O acordo, assinado com o CEO António Carlos Rodrigues, prevê um prazo de execução de um ano a contar da aprovação na reunião de 16 de fevereiro de 2026. O empreendimento terá quatro tipologias residenciais.
O conjunto ocupa mais de 4000 metros quadrados e inclui dois acessos, estacionamento e zonas verdes. Vai disponibilizar 34 apartamentos T1, 30 T2, 10 T3 e 1 T4, com construção modular.
O investimento global aproxima-se dos 12,6 milhões de euros. O objetivo é aumentar a oferta pública de habitação, contribuindo para a estabilidade, dignidade e futuro da comunidade vimaranense.
Segundo o presidente da Câmara, Ricardo Araújo, há urgência em ampliar a oferta de habitação, tanto pública como privada, em Guimarães. O autarca destacou a prioridade da atual gestão.
O autarca criticou a gestão de fundos do PRR que afetava a habitação pública, ao apontar para condições de financiamento menos favoráveis no regime atual. Mantém-se, porém, financiamento assegurado até 75%.
Em dezembro de 2025, o município pediu ao IHRU a conversão para o Regime Especial de Financiamento, passando a comparticipação a 8,6 milhões de euros, devido à penalização de 15% no PRR originalmente previsto.
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