- Existem oitocentos e noventa e sete Clubes Ciência Viva na Escola (CCVnE) em Portugal, envolvendo mais de três mil‑cento docentes e quase quatro mil parceiros, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, da União Europeia.
- O Fórum dos CCVnE realizou‑se no CNEMA, em Santarém, reunindo centenas de alunos desde o jardim de infância até ao ensino secundário e profissional.
- O programa, que já existe desde 2018, promove o contacto direto dos estudantes com o mundo da investigação.
- A secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, afirmou que o programa é completo, estimulando o interesse pela ciência e o desenvolvimento de competências como trabalhar em equipa e criar projetos.
- Parcerias com universidades, empresas, municípios e centros de investigação permitem estágios, transporte, acesso a espaços e equipamentos, com exemplos como o Fab Lab Aldeias do Xisto a levar impressão 3D às escolas.
Os Clubes de Ciência Viva na Escola (CCVnE) já contam com quase 900 unidades em todo o país, promovendo o ensino experimental de ciência e tecnologia. No Fórum dos CCVnE, centenas de alunos puderam ver demonstrações, robótica e sessões práticas desde o jardim de infância até ao ensino secundário e profissional.
A secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, destacou o programa como completo, capaz de estimular o interesse pela ciência e desenvolver competências como trabalho em equipa e gestão de projetos. Jovens participantes explicam a motivação para seguir áreas científicas.
Matilde Lopes, 12 anos, no CCVnE de Estremoz, vê a ciência como algo que se transforma e cruza com matemática, biologia ou geologia. Guilherme Justo, 16, do CCVnE de Vendas Novas, pretende entrar no mercado de trabalho após o curso profissional, com robótica a acompanhar o seu percurso.
Parcerias que fortalecem os clubes
As parcerias com universidades, empresas, municípios e centros de investigação permitem participação em projetos, estágios e acesso a equipamentos. João Milheiro, do Fab Lab Aldeias do Xisto, fala em levar impressão 3D às escolas para uma aprendizagem prática.
Sofia Lucas, da Ciência Viva, sublinha que a rede de parceiros amplia a inovação e que os professores, com o apoio institucional, fazem a diferença no desafio regular aos alunos. O Fórum no CNEMA, em Santarém, reforçou o papel dos CCVnE como espaços de experimentação.
O programa é uma iniciativa da Ciência Viva em parceria com a Direção-Geral de Educação, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência da União Europeia. Ao todo, contam-se 897 clubes com mais de 3500 professores e quase 4 mil parceiros.
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