- Em dez anos ficaram por reclamar 107 milhões de euros em prémios de jogos sociais.
- No ano passado, caducaram 12,2 milhões de euros em prémios não reclamados pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML).
- Em 2018, o valor caducado atingiu 16,4 milhões de euros.
- O fenómeno de prémios não reclamados repete‑se anualmente na SCML, com os montantes a reverterem para a instituição.
- Os prémios por reclamar são valores devidos aos apostadores, mas que não foram reclamados.
Em dez anos, os prémios de jogos sociais não reclamados ascenderam a 107 milhões de euros, aponta a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML). O valor, agregado ao longo do período, revela um padrão de não reivindicação por parte dos participantes.
No último ano, os prémios caducados totalizaram 12,2 milhões de euros, montante que já havia contado com 16,4 milhões de euros em 2018. A SCML insiste na repetição anual deste fenómeno, com valores que retornam à instituição.
Prémios por reclamar revertem para a SCML, que gere os jogos sociais em Lisboa. O atraso na reclamação envolve apostas não apuradas pelos jogadores, sem que haja indicação de fatores únicos que expliquem a tendência.
A SCML reforça que os montantes devolvem-se à instituição ao fim do período de caducidade e continuam a fazer parte do orçamento associado aos programas sociais sob a sua gestão.
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