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Fábricas da Celeste em Guimarães e Vizela serão vendidas para pagar dívidas

Liquidação aprovada da Celeste: venda das fábricas de Guimarães e Vizela para pagar dívidas, com salários em atraso e possível recontratação

O Grupo Celeste, que operava no setor da pastelaria e panificação, pediu a insolvência a 11 de março
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  • A liquidação de património da Celeste Actual, com fábricas em Guimarães e Vizela, foi aprovada em assembleia de credores no Tribunal de Comércio de Guimarães.
  • Foi também aprovado o fim da atividade da empresa por uma questão formal, já que, na prática, já se encontrava encerrada.
  • O SINTAB afirma que a proposta de liquidação visa usar a massa insolvente existente e o que se prevê obter com a venda das fábricas e imóveis das lojas para pagar dívidas, incluindo salários e subsídios em atraso, contribuindo para a Segurança Social e a Autoridade Tributária.
  • O sindicato acrescenta que a previsão de 70 dias é crucial para materializar a venda das fábricas como unidades autónomas, permitindo possivelmente a recontratar trabalhadores já capacitados.
  • O Grupo Celeste pediu insolvência a 11 de março, deixando mais de 300 trabalhadores no desemprego.

A assembleia de credores, realizada no Tribunal de Comércio de Guimarães, aprovou a liquidação de património da Celeste Actual, incluindo as fábricas de Guimarães e Vizela, para pagamento das dívidas. Foi também aprovado o fim da atividade por uma questão formal, visto que a empresa já se encontrava encerrada.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB), a proposta de liquidação visa usar a massa insolvente e ativos adquiridos com a venda das fábricas e de imóveis das lojas para distribuir créditos de dívida, incluindo salários e subsídios em falta, além de contribuições à Segurança Social e ao fisco.

O SINTAB acrescenta que a previsibilidade de 70 dias apresentada pelo administrador de insolvência pode permitir vender as fábricas como unidades autónomas de produção, abrindo espaço para recontratar trabalhadores já sem emprego, no mesmo setor.

Recorde-se que o Grupo Celeste pediu insolvência a 11 de março, tendo deixado mais de 300 trabalhadores desempregados.

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