- O Benfica ocupa o terceiro lugar na Liga Portugal Betclic e está a dois pontos do Sporting, com menos um jogo disputado.
- O CFO Nuno Catarino admite ajustes para manter o equilíbrio económico-financeiro caso não se qualifique para a Liga dos Campeões, cenário muito remoto.
- A participação na edição anterior da Liga dos Campeões rendeu 71,434 milhões de euros; nesta temporada prevê-se 53,1 milhões.
- O empréstimo obrigacionista visa financiamento a longo prazo: passou de três para cinco anos, e não é para atacar o mercado no final da época.
- A dívida líquida tem estado estável nos últimos dezoito meses; a meta é crescer a receita para 500 milhões de euros.
O Benfica pode ficar fora da Liga dos Campeões na próxima época, admitindo ajustes para manter o equilíbrio financeiro. O clube ocupa o 3.º lugar da Liga Portugal Betclic, a 2 pontos do Sporting, que tem menos um jogo.
Nuno Catarino, CFO do Benfica, afirmou numa entrevista televisiva que o objetivo central é chegar à Liga dos Campeões, ainda que reconheça a possibilidade remota de cenário diferente. Em casos de desequilíbrio, são necessários ajustes para manter as contas estáveis.
A participação na edição anterior rendeu 71,434 milhões de euros. Nesta temporada, o valor previsto desce para 53,1 milhões.
Estrutura financeira e empréstimo obrigacionista
O presidente explicou o empréstimo obrigacionista lançado recentemente como parte da estratégia de financiamento da SAD. A troca de prazos, de três para cinco anos, visa diluir custos e reduzir frequências de novas emissões.
O aumento de prazos também atende aos investidores, que enfrentam custos de transação ao trocar empréstimos que vencem em datas específicas. A operação está alinhada com a gestão de financiamento de longo prazo do clube.
Dívida líquida e perspetiva de receita
Catarino afirmou que a dívida líquida tem mostrado evolução estável no último ano e meio, com variações temporárias da dívida bruta conforme emissoes ocorrem. O objetivo é equilibrar dívida e disponibilidade de caixa.
O Benfica mantém a ambição de crescer a receita para 500 milhões de euros, sustentando planos de reforço e sustentabilidade financeira a médio prazo.
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