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Cafés compram o JN em quiosques; clientes vão a outros locais por falta de jornal

Proprietários de cafés e hotéis compram o JN em quiosques para manter a leitura em papel, duplicando despesas devido às falhas de distribuição

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  • Donos de cafés e hotéis, com assinatura anual do JN, passaram a comprar o jornal em quiosques para manter o inquérito jornal, devido a falhas na distribuição da Notícias Direct.
  • Este atalho implica duplicar a despesa, já que o jornal é adquirido novamente pelos estabelecimentos.
  • O Hotel Portas de Santa Rita, em Ermesinde, está a comprar 82 edições este ano, somando as 42 entregas que deixaram de chegar no fim do ano passado.
  • O Café Allegro, no Porto, deixou de receber o JN há cerca de duas semanas, com impacto relevante entre clientes de 35 a 40 anos que gostam de ler o jornal no pequeno-almoço.
  • Em Campanhã, o café Foguete só ontem notou a ausência do JN, antes garantida pela rotas do distribuidor, que já não resolve a falha.

Os proprietários de cafés e hotéis estão a comprar o JN em quiosques para manter a leitura em papel dos clientes, impedindo defraudar o serviço. A falha na distribuição, pela Notícias Direct, levou a duplicar despesas, já que o jornal é adquirido também de forma avulsa.

No Hotel Portas de Santa Rita, em Ermesinde, a decisão foi tomada em janeiro, após a publicação deixar de chegar ao Valongo. O empresário relata que há clientes frequentes que desejam o jornal pela manhã, e que a entrega de 82 edições perde-se em parte com as falhas anteriores.

Para além disso, o Café Allegro, no Porto, deixou de receber há cerca de duas semanas, o que afeta sobretudo leitores entre os 35 e 40 anos que preferem ler o jornal durante o pequeno-almoço. No entanto, alguns clientes já optaram por frequentar outros estabelecimentos.

Impacto na distribuição e resposta dos espaços

Ao longo do último ano, a regularidade de entrega caiu e o quiosque local costuma abrir apenas às 9 horas, atrasando a leitura matinal. Os responsáveis já comunicaram as falhas à ND, sem solução apresentada até ao momento.

No Café Foguete, em Campanhã, o jornal deixou de chegar apenas ontem, após dependência de um distribuidor que assegurava a rota. A falta do JN é sentida na oferta de leitura contínua para a clientela matinal.

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