- Acionistas portugueses representam 18% do Banco Comercial Português (BCP), ficando atrás de capital chinês, angolano e anglo-saxónico.
- Em 2022, a participação de acionistas portugueses era superior a 30%.
- O banco pretende pagar melhor aos acionistas.
- Na assembleia geral de 1985 estiveram 205 acionistas, sendo 130 pessoas singularizadas e 75 empresas; Lisboa foi o distrito mais representado, tanto em número como em montante subscrito.
- O Porto era o segundo distrito em número de acionistas, com Aveiro a aproximar-se do segundo lugar em termos de dinheiro aplicado.
Accionistas portugueses representam apenas 18% do Banco Comercial Português (BCP), ficando atrás de capital chinês, angolano e anglo-saxónico. Em 2022, a proporção de investidoras nacionais era superior a 30%. O banco afirma que pretende reforçar o pagamento aos acionistas.
No início da história do BCP, a assembleia geral contou exclusivamente com administradores e acionistas portugueses. Em 1985, eram 205 acionistas, sendo 130 pessoas singularizadas e 75 empresas. Lisboa dominava tanto em número como no montante subscrito.
Lisboa era o distrito mais representado em ambas dimensões, seguido do Porto, que ocupava a segunda posição entre acionistas. Aveiro surgia como o segundo maior em proximidade ao volume monetário aplicado, à época.
Evolução da composição acionista
A atual distribuição mostra uma mudança significativa face a 1985, com maior peso de investidores estrangeiros. A tendência indica que o BCP enfrenta um gradual reposicionamento do capital subscrito ao longo dos anos.
O banco não detalha números regionais recentes, mas refere que a diversificação de acionistas tem sido uma prioridade. O objetivo é manter a governança estável e premiar os investidores com maior valor.
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