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Azul encerra saída do processo de recuperação judicial nos EUA

Azul encerra o Capítulo 11 nos EUA em menos de nove meses, com 850 milhões de dólares em novos investimentos e redução de 2,5 mil milhões em dívida e obrigações

United Airlines investiu na Azul, tal como a American Airlines
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  • Azul concluiu o processo de reestruturação, saindo do Capítulo 11 da Lei de Falências dos EUA, em menos de nove meses.
  • O presidente executivo, John Rodgerson, afirmou que a reestruturação fortaleceu o balanço e define a empresa para a estabilidade de longo prazo.
  • A Azul reportou 850 milhões de dólares (721 milhões de euros) em novos investimentos em ações e uma redução de dívida/obrigações de 2,5 mil milhões de dólares (2,12 mil milhões de euros).
  • O anúncio aponta o apoio de alguns dos parceiros financeiros e estratégicos mais respeitados da aviação global.
  • United Airlines e American Airlines comprometeram-se a investir 200 milhões de dólares na Azul (100 milhões de dólares cada) para apoiar a execução do plano e as operações após a saída do Capítulo 11.

A Azul, companhia aérea brasileira fundada por David Neeleman, concluiu hoje o processo de reestruturação financeira e saiu do Capítulo 11 da Lei de Falências dos EUA, após menos de nove meses em recuperação. O anúncio foi feito pela empresa e confirmado junto da CVM.

A reestruturação fortaleceu o balanço da Azul e visa assegurar estabilidade de longo prazo, com foco na melhoria do fluxo de caixa. A empresa informou que esse passo reduz a pressão financeira associada ao processo de recuperação.

Foram aplicados 850 milhões de dólares em novos investimentos em ações, acompanhados de uma redução de dívida e obrigações de 2,5 mil milhões de dólares, segundo o comunicado enviado à CVM.

A Azul enfatizou o apoio de parceiros financeiros e estratégicos importantes da aviação global para a conclusão do processo. O movimento posiciona a companhia para manter operações estáveis e competitivas.

Anteriormente, as companhias United Airlines e American Airlines tinham anunciado um aporte conjunto de 200 milhões de dólares para apoiar a execução do plano de recuperação e as operações após a saída do Capítulo 11, com cada empresa a investir 100 milhões.

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