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Cabaz alimentar mostra subida de 17 euros no último ano, ovos lideram aumento

DECO PROteste aponta cabaz alimentar em 241,17 euros, mais 17 euros que há um ano, com ovos a subir 60 cêntimos (41%)

Preço dos ovos subiu 60 cêntimos (mais 41%) no último ano
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  • O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste custa hoje 241,17 euros, mais 17 euros do que há um ano, com uma ligeira descida de 13 cêntimos para 241,17 euros na última semana de agosto.
  • Os ovos foram o produto com maior subida no último ano, subindo 60 cêntimos (41%), ficando a meia dúzia em 2,06 euros (há um ano eram 1,47 euros).
  • Entre agosto de 2024 e agosto de 2025, a maior subida percentual ocorreu nos ovos; seguidos pela alface frisada (mais 38%), brócolos (mais 33%) e carne de novilho para cozer (mais 28%).
  • Na semana de 20 a 27 de agosto, os douradinhos de peixe subiram 22%, as salsichas frankfurt 13% e a cebola 10%.
  • Desde o fim da isenção de IVA para alimentos, o cabaz de 41 produtos sem IVA subiu 5,43 euros (3,82%), de 141,97 para 147,40 euros, entre 4 de janeiro de 2024 e 27 de agosto de 2025.

O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste custa hoje 241,17 euros, mais 17 euros do que há um ano. Regista uma ligeira descida na última semana de agosto, reduzido 13 cêntimos (0,05%), mas continua entre os valores mais elevados desde que começou a acompanhar a cesta com 63 bens essenciais.

Em janeiro de 2025, o cabaz já tinha registado uma posição mais cara em relação a 2024. Entre 28 de agosto de 2024 e 27 de agosto de 2025, o aumento total da cesta foi de 17 euros. Ao longo de três anos, o aumento acumulado aproxima-se de 81% para os ovos, um dos produtos com maior subida.

Ovos lideram as subidas

No último ano, o preço dos ovos subiu 60 cêntimos, para 2,06 euros por meia-dúzia. O valor atual é o mais elevado desde que a DECO PROteste iniciou o controlo, em 2022, quando custavam 1,14 euros. Em janeiro de 2025, os ovos estavam nos 1,61 euros, enquanto, há um ano, a caixa ficava em 1,47 euros.

Entre agosto de 2024 e agosto de 2025, a alface frisada, os brócolos e a carne de novilho para cozer também registaram subidas significativas, acima de 28% em alguns casos. Na semana de 20 a 27 de agosto, os douradinhos de peixe lideraram os aumentos semanais, seguidos de salsichas frankfurt e cebola.

Impacto do IVA zero e explicações

Desde o fim da isenção de IVA aos alimentos, em 4 de janeiro de 2024, o cabaz de 41 itens sem IVA subiu 5,43 euros (3,82%), de 141,97 para 147,40 euros, até 27 de agosto de 2025. As maiores subidas percentuais desde aquele dia ocorreram com a carne de novilho para cozer, os ovos e a dourada, com incrementos de 36%, 35% e 34%.

Em março de 2023, o Governo assinou um acordo para isentar de IVA um cabaz com mais de 40 alimentos entre 18 de abril de 2023 e 4 de janeiro de 2024, com o objetivo de aliviar o orçamento das famílias. O aumento global dos preços é explicado por vários fatores, incluindo a invasão da Ucrânia, que afeta a oferta de cereais e fertilizantes, bem como o aumento dos custos de produção e da energia.

Observações finais sobre o panorama atual

A escalada de preços refletiu-se na alimentação básica, com especial ênfase nos ovos, carne e hortícolas. A conjuntura de fatores internacionais e a evolução da produção nacional continuam a influenciar o custo de vida dos consumidores portugueses. As autoridades mantêm o foco na monitorização de preços e na avaliação de medidas de mitigação.

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