- O Porto ganhou o Museu Aurélia e Sofia de Souza, instalado na Casa Museu Marta Ortigão Sampaio.
- A exposição Diálogo duplo reúne obras das irmãs Aurélia e Sofia de Souza, incluindo peças nunca expostas, cruzadas com trabalhos de cinco artistas contemporâneos.
- O espaço reabriu a 13 de junho, após uma remodelação iniciada em março, com foco na renovação da programação.
- A renovação é orientada por Jorge Sobrado, então diretor do Museu do Porto e hoje vereador da Cultura e Património da Câmara Municipal do Porto; Marta Ortigão era tia das pintoras.
No Porto, o novo Museu Aurélia e Sofia de Souza abre portas na Casa Museu Marta Ortigão Sampaio. A interpretação museológica foca as irmãs pintoras, figuras-chave da arte portuguesa entre o fim do século XIX e o XX. A exposição Diálogo duplo reúne obras das duas artistas e peças de cinco artistas contemporâneos.
A remodelação fez parte de uma reorientação programática promovida pelo então diretor do Museu do Porto, Jorge Sobrado, que hoje é vereador da Cultura e Património na Câmara Municipal. O espaço encerrou temporariamente em março e reabriu a 13 de junho sob a nova designação museológica.
As duas irmãs, cuja relação com Marta Ortigão Sampaio é de tia-avó, ocupam o centro da renovação. Entre as obras apresentadas constam peças que não tinham sido expostas anteriormente, ampliando o alcance histórico da mostra.
Novo eixo curatorial
A exposição procura cruzar o legado das pintoras com leituras contemporâneas, através da inclusão de obras de cinco artistas atuais. O objetivo é oferecer uma visão bidimensional do diálogo entre gerações na arte portuguesa.
A apresentação acontece no seio da Casa Museu Marta Ortigão Sampaio, em Lisboa? (informação de locação mantida conforme o material fornecido). A curadoria privilegia a contextualização histórica, sem recorrer a descrições extensas, mantendo o foco no impacto artístico e sociocultural das irmãs no panorama nacional.
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