- O número de mortos nos sismos que atingiram o norte da Venezuela subiu para 1450, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.
- O balanço anterior era de 1430 mortos; a atualização foi feita numa declaração transmitida pela televisão estatal.
- Pelo menos 51 portugueses e lusodescendentes estão entre as vítimas, com 84 ainda desaparecidos ou incontactáveis.
- Países, incluindo Portugal, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.
- Os dois grandes sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, seguidos por mais de 20 réplicas, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos; dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados em Caracas e na região de La Guaira.
O número de mortos na sequência dos sismos que atingiram o norte da Venezuela na passada quarta-feira subiu para 1450, segundo afirmou o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. A atualização foi divulgada numa edição transmitida pela televisão pública VTV.
Rodríguez indicou que o desastre natural é o mais grave já registado no país e que o balanço atual é de 1450 mortes. O último recenseamento oficial apontava para 1430 óbitos.
Entre as vítimas contam-se pelo menos 51 portugueses e lusodescendentes, com 84 pessoas dadas como desaparecidas ou incontactáveis. Países como Portugal, bem como vários membros da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para apoiar o esforço de resposta.
Os sismos ocorreram a cerca de 200 km a norte de Caracas, com menos de um minuto de intervalo entre eles, e foram seguidos por mais de 20 réplicas, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. Vários edifícios ruíram ou sofreram danos significativos na capital venezuelana e na região de La Guaira, uma das zonas mais afetadas.
Resposta internacional e situação no terreno
Equipes de resgate de diversos países atuam nas zonas afetadas, com atuação centrada em Caracas e La Guaira. Autoridades venezuelanas continuam a avaliar danos e necessidades, incluindo apoio médico, habitacional e logístico.
Pelo lado humanitário, organizações internacionais destacam a necessidade de monitorização de réplicas e assistência contínua às famílias afetadas, enquanto as autoridades aguardam instruções para futuras operações de busca.
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