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Tripulações da Hi Fly na Venezuela aguardam resposta da empresa em hangar

Duas tripulações da Hi Fly permanecem presas na Venezuela, em hangar, após os sismos; estão seguras e aguardam respostas da companhia

Imagens mostram destruição em hotel onde tripulação da Hi Fly estava hospedada quando sismos abalaram a Venezuela
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  • Duas tripulações da Hi Fly ficaram presas na Venezuela após os sismos que atingiram o país.
  • A Hi Fly informou que as tripulações estão em segurança e aguardam respostas da companhia num hangar no território venezuelano.
  • Não foi divulgado o motivo da retenção nem o estado de saúde das pessoas.
  • A Venezuela registou sismos de magnitude 6,8 e 7,7 nos últimos dias, afetando cidades costeiras como La Guaira, onde as tripulações estavam hospedadas.

Duas tripulações da Hi Fly permanecem retidas na Venezuela após uma sequência de sismos que atingiu o país. A companhia aérea portuguesa confirmou que as equipas estão seguras e aguardam por orientações em um hangar no território venezuelano. Detalhes sobre o motivo da retenção não foram divulgados.

A Venezuela registou abalos de magnitude 6,8 e 7,7 nos últimos dias, com impactos em várias cidades costeiras. A localidade de La Guaira, onde estavam hospedadas as tripulações, foi alvo de destruição significativa, segundo imagens aéreas.

A Hi Fly não indicou o estado de saúde das equipas nem as condições no hangar. O contacto entre a empresa e os trabalhadores deve decorrer pela via operacional enquanto a situação no país se mantém instável.

La Guaira, cidade costeira afetada pelos sismos, continua a enfrentar danos estruturais e cortes de serviços. Autoridades locais apelam à cooperação internacional para assistência humanitária e avaliação de danos.

A Hi Fly afirma manter comunicação com as autoridades venezuelanas para esclarecer a situação. O caso levanta questões logísticas para a companhia em território estrangeiro enquanto persiste o abalo sísmico.

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