- Mais de 150 mortos e quase 1.000 feridos confirmados nos sismos na Venezuela; centenas continuam desaparecidos.
- Imagens em directo mostram buscas por sobreviventes em áreas afectadas.
- Registos de desabamentos de estruturas, incluindo teto de aeroporto, ilustram o impacto do sismo.
- Comunidade luso-venezuelana na Madeira acompanha a situação e a situação de familiares na Venezuela.
- Autoridades continuam a contabilizar vítimas e a coordenar operações de resgate e assistência.
Nas primeiras informações disponíveis, sismos na Venezuela resultaram em um balanço preocupante: mais de 150 mortos, perto de mil feridos e centenas de pessoas consideradas desaparecidas. As autoridades alertam para danos generalizados em várias cidades do país.
As operações de busca e resgate estão a decorrer em zonas afetadas, com equipas de emergências e voluntários a percorrerem áreas urbanas e rurais na tentativa de localizar sobreviventes. Imagens em direto mostram estruturas danificadas e edifícios que cedem ao peso das aberturas sísmicas, complicando o trabalho de resgate.
Ao que tudo indica, os sismos atingiram partes distintas do território venezuelano de forma abrupta, provocando abalos estruturais significativos. Bombeiros, polícia e organizações humanitárias estão envolvidas na resposta, coordenando recursos médicos, abrigos temporários e operações de aterragem de ajuda.
A população local permanece em alerta, com autoridades a instar à calma e a mobilizar meios para assistir famílias afetadas. Em Portugal, membros de comunidades luso-venezuelanas acompanham a evolução da situação e articulam apoio às famílias que têm familiares na Venezuela.
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