- Portugal mantém máximas normais para o mês, pelo menos até ao próximo domingo, e escapa, por ora, à canícula.
- Em boa parte da Europa, uma massa de ar vinda de África elevou as temperaturas para níveis sem precedentes em junho, com mais de cem vítimas.
- O calor intenso danificou redes de eletricidade e afetou o dia a dia de habitantes em várias regiões.
- Estima-se que cerca de cem milhões de pessoas tenham sido afetadas pelo calor extremo.
- As perspetivas indicam que os termómetros deverão subir ainda mais na próxima semana.
O calor extremo voltou a afectar a Europa devido a uma massa de ar proveniente de África que atravessou a parte ocidental do continente. As temperaturas persistiram acima dos 35 graus, com impactos reportados em várias regiões. Portugal aparece como exceção por agora, mantendo valores normais para a época até ao próximo domingo.
Segundo especialistas, a vaga de calor já provocou mais de 100 vítimas e afetou cerca de 100 milhões de pessoas em diferentes países. O episódio valeu a continuação de alertas de calor intenso para os dias que se seguem e a previsão de novos recordes de temperatura.
Em Portugal, as autoridades indicam que as máximas se manterão dentro da faixa típica do verão, pelo menos até ao início da próxima semana. O país continua sob vigilância meteorológica, com previsões a apontar um aumento gradual das temperaturas.
Situação em Portugal
As redes de eletricidade sofreram danos em algumas regiões europeias, compatíveis com o esforço exigido por ondas de calor prolongadas. Ainda não há confirmação de incidentes significativos em Portugal relacionados com falhas de abastecimento.
As informações disponíveis apontam para uma tendência de recuperação gradual do tempo quente na Europa, com novas previsões para a próxima semana, mantendo o foco na gestão de energia e na saúde pública.
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