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Turistas descem escadas para a praia do Camilo em Lagos apesar de perigo

Turistas ignoram sinalização e descem as escadas para a praia do Camilo, em Lagos, interditadas pela APA por risco de derrocada; intervenção urgente em julho

Acesso à escadaria de madeira está vedado com fitas e barreiras de segurança
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  • As chuvas de inverno aceleraram o desgaste da base da estrutura de madeira da escadaria que liga à praia do Camilo, em Lagos, levando a Agência Portuguesa do Ambiente a interditar o acesso ao areal.
  • Dezenas de turistas continuam a descer a escadaria, ignorando a sinalização de perigo existente no local.
  • O presidente da Câmara de Lagos, Hugo Pereira, disse que a interdição é por segurança e que o município tem reforçado a fiscalização para impedir o desrespeito às fitas.
  • O autarca afirmou que é necessária uma intervenção grande, mas, neste momento, pretende uma solução provisória para este verão e aguarda decisão da APA para avançar com a intervenção em julho.
  • Um turista lamentou a situação, dizendo ter vindo conhecer a praia e deparado com o acesso barrado, o que gera transtorno e desilusão.

O acesso à praia do Camilo, em Lagos, está interditado através das escadas de madeira devido ao desgaste da base provocado pelas recentes chuvas de inverno. A intervenção visa evitar risco de derrocada.

Dezenas de turistas continuam a descer a escadaria, mesmo com a sinalização de perigo. A APA (Agência Portuguesa do Ambiente) ordenou o encerramento do areal pela via das escadas.

Segundo o presidente da Câmara de Lagos, Hugo Pereira, a interdição é necessária porque as escadas não apresentam condições de segurança. Os serviços municipais têm aumentado a fiscalização para impedir a passagem.

O autarca menciona que será necessária uma intervenção robusta no local, mas, por agora, pretende encontrar uma solução provisória para o verão. Ainda não há decisão final da APA sobre a intervenção urgente em julho.

Um visitante que estava de férias em Lagos reconheceu o transtorno causado pelo acesso bloqueado e indicou que teve de dirigir-se a outra praia, devido ao aviso de risco de derrocada.

A decisão da APA permanece pendente, enquanto a municipalidade avalia prazos e possibilidades de manutenção temporária que permita o uso seguro do espaço durante a época balnear.

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