- Segundo o estudo Arval Mobility Observatory 2026, metade das empresas portuguesas já possui viaturas elétrificadas (52%).
- O relatório indica que 85% das empresas consideram instalar carregadores internos nas suas instalações.
- O renting (arrendamento) e as viaturas usadas ganham peso na renovação de frotas, contribuindo para a transição para veículos mais sustentáveis.
- A eletrificação acelera com a maior oferta de modelos elétricos e a melhoria da infraestrutura de carregamento.
- As empresas veem a eletrificação como estratégia para metas ambientais e melhoria da imagem corporativa, devendo continuar a crescer nos próximos anos.
Entre empresas portuguesas, a eletrificação das frotas acelera. O estudo Arval Mobility Observatory 2026 revela que 52% já possuem viaturas elétrificadas. A maior parte das organizações analisa instalar carregadores internos, destacando o papel da infraestrutura.
A pesquisa aponta que 85% das empresas consideram a instalação de pontos de carregamento nas suas instalações. O renting e as viaturas usadas surgem como opções relevantes na renovação de frotas, contribuindo para a transição para veículos mais sustentáveis.
Adoção e infraestruturas
O aumento da oferta de modelos elétricos e a melhoria da rede de carregamento são citados como fatores-chave para a adoção. As empresas reconhecem benefícios ambientais e económicos na utilização de veículos elétricos.
Investimento corporativo e metas
O relatório indica que a eletrificação é acompanhada por investimento em pontos de carregamento internos. A mudança é vista como estratégia para cumprir metas ambientais e melhorar a imagem corporativa.
Tendência continuada
O estudo reforça que a eletrificação das frotas é uma tendência irreversível, com impactos positivos na sustentabilidade e na eficiência operacional. O ritmo deverá manter-se com políticas públicas e avanços tecnológicos.
Contexto e perspetivas
A eletrificação das frotas em Portugal está a acelerar, com metade das empresas já a possuir veículos elétricos. A dinâmica envolve renting, veículos usados e maior atenção à infraestrutura de carregamento. A evolução deve prosseguir nos próximos anos.
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