Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Tribunal acusa Marinha de entorpecer justiça e aplica multa de 816 euros

Tribunal acusa a Marinha de entorpecer a justiça e aplica ao Chefe da Armada uma multa de 816 euros, adiando audiências por falha de notificação

Tribunal acusa Marinha de entorpecer justiça e aplica multa de 816 euros ao Chefe da Armada
0:00
Carregando...
0:00
  • O Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Jorge Nobre de Sousa, foi condenado a pagar 816 euros por incumprimento de despacho judicial relativo à notificação de testemunhas.
  • As testemunhas convocadas são os militares Vasco Pires e Filipa Pinto, chamadas a depor no julgamento sobre divulgação de informações confidenciais sobre o navio NRP Mondego em março de 2023.
  • A juíza Maria Godinho considerou que o Chefe da Armada não cumpriu atempadamente o despacho de 04.05.2026, impedindo a comparência das testemunhas.
  • A decisão acusa a Marinha Portuguesa de entorpecer a justiça e de omitir a devida colaboração com o tribunal, afetando a eficácia do processo.
  • O tribunal também decidiu anular as audiências marcadas para 17 e 24 de junho de 2026, devido ao incumprimento que compromete a audiência de julgamento.

O Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Jorge Nobre de Sousa, foi condenado a pagar 816 euros por incumprimento de despacho judicial. A decisão foi proferida pelo tribunal na segunda-feira.

A sanção decorre da falha na notificação dos militares Vasco Pires e Filipa Pinto, convocados para depor no julgamento desta quarta-feira, às 9h30. O processo envolve alegações sobre divulgação de informação confidencial sobre o navio NRP Mondego, em março de 2023.

A juíza Maria Godinho aponta falta de diligência na comunicação, impedindo a comparência das testemunhas e sem indicação atempada de obstáculos ao cumprimento da ordem judicial.

O despacho considera o comportamento da Marinha Portuguesa como grave para o funcionamento do tribunal, afetando a imagem de eficácia e rigor das instituições, bem como o acatamento das ordens judiciais.

A sanção corresponde a oito unidades de conta, fixadas em 102 euros cada, totalizando 816 euros, conforme o despacho.

O tribunal decidiu ainda anular audiências previamente marcadas para 17 e 24 de junho de 2026, alegando que o incumprimento compromete a realização da próxima sessão de julgamento.

Segundo o documento, a falta de cooperação com o tribunal configura entorpecimento intolerável da justiça e omissão injustificada de colaboração.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais