- A decisão sobre o substituto dos F-16 portugueses está a ser discutida, entre opções de quinta geração e alternativas europeias.
- O ministro da Defesa, Nuno Melo, disse que, neste momento, todas as opções estão em aberto: americanas, francesas, suecas ou consórcio.
- A Força Aérea Portuguesa tem reiterado que existe apenas uma solução: o F-35 da norte-americana Lockheed Martin.
- O vice-chefe do Estado‑Maior da FAP, João Caldas, afirmou numa conferência no Estoril, a 28 de maio, que a adaptação ao F-35 permite integração num vasto ecossistema de aliados, melhorar a dissuasão, a interoperabilidade e o acesso a conhecimento operacional.
- O tema envolve geopolítica e oportunidades industriais, com o foco na possível substituição dos F-16 nacionais.
O governo e a Força Aérea Portuguesa discutem a substituição dos F-16. As opções em análise incluem o F-35 da Lockheed Martin, o Gripen e o Eurofighter, com vantagens e desvantagens a avaliar no contexto europeu e atlântico.
Entre os interessados, o ministro da Defesa, Nuno Melo, afirmou que, neste momento, todas as opções estão em análise, incluindo americanas, francesas, suecas ou consórcios, sem anunciar uma escolha definitiva.
A observação surge após uma intervenção da Força Aérea Portuguesa, que defende a adaptação ao F-35 como forma de ligar-se a um ecossistema aliado, melhorar a dissuasão e a interoperabilidade, conforme notícia veiculada no final de maio.
Opções em disputa
Durante uma conferência no Estoril, a 28 de maio, o vice-chefe do Estado-Maior da FAP, João Caldas, referiu que a adaptação ao F-35 permitiria acesso a conhecimento operacional e integração com parceiros. O comentário destacou o peso estratégico da decisão.
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