- Aproxima-se dos 50 anos de percurso artístico de Jorge Molder, com uma grande exposição em Guimarães que revisita as primeiras décadas da sua fotografia.
- A mostra foca a importância da fotografia na trajetória do artista e o período inicial da sua prática.
- O título da entrevista destaca o próprio Molder, que afirma: “Eu não sou um filósofo-fotógrafo, definitivamente”.
- A exposição acompanha a sua reflexão sobre a necessidade de dar mais espaço à fotografia neste momento do percurso criativo.
Jorge Molder aproxima-se dos 50 anos de percurso artístico com uma grande exposição em Guimarães, que revisita as primeiras décadas da sua fotografia. A mostra apresenta um registo que relaciona trabalho e vida, numa leitura de biografia visual.
A exposição foca a fase inicial da carreira de Molder, destacando a evolução da sua obra fotográfica ao longo de décadas. O objetivo é oferecer ao público uma revisita ao processo criativo e aos temas que marcaram o início da atividade.
Conecta também o tempo de prática com o espaço expositivo, situando a produção fotográfica no contexto da vida pessoal do artista. A curadoria pretende revelar como a prática se foi moldando ao longo dos anos.
Exposição em Guimarães
A mostra está organizada para apresentar o conjunto de trabalhos que compõem as primeiras décadas da fotografia de Molder. O foco está na relação entre técnica, tema e a visão do autor sobre o mundo.
A narrativa do espaço privilegia a leitura de evolução, com contexto histórico e referências de época. A curadoria explica as escolhas que guiaram a montagem da exposição.
Processo criativo e leitura biográfica
O projeto propõe uma leitura sobre como a fotografia funciona como espelho da experiência. A exposição inclui obras que sugerem uma aproximação entre o cotidiano e a produção artística. A linguagem é direta, procurando clareza para o visitante.
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