- A família da vítima do acidente no Elevador da Glória exige um milhão de euros à Carris, também acionando a empresa de manutenção e a seguradora Fidelidade.
- A ação, que também contempla a empresa de manutenção, foi entrado segunda no tribunal.
- A indemnização é movida contra a Carris, a empresa de manutenção e a seguradora Fidelidade.
- A vítima é Ana Paula, de 49 anos, trabalhadora da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa, que liderou o centro de adopções.
- No dia do acidente, 3 de setembro do ano passado, Ana Paula tinha saído do trabalho e ido ao Elevador da Glória, pretendendo ir ao ginásio com uma amiga, que detetou o seu desaparecimento.
A família da vítima do acidente ocorrido no Elevador da Glória apresentou uma ação de indemnização de um milhão de euros contra a Carris. A ação é também dirigida contra a empresa de manutenção responsável pelo equipamento e a seguradora Fidelidade, segundo o jornal local.
Ana Paula, que tinha 49 anos, integrava a equipa da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa responsável pelos processos de adopção e chegou a liderar esse centro. No dia do acidente, saiu do emprego e utilizou o Elevador da Glória, como era hábito.
O incidente ocorreu a 3 de setembro do ano passado, quando Ana Paula seguia para um encontro no ginásio com uma amiga. Foi esta quem deu o alerta, após não conseguir contactá-la e ao perceber a sua ausência.
Processo e contexto
A equipa de advogados da família alega falhas na manutenção do elevador, apontando para responsabilidades partilhadas entre a Carris, o prestador de serviço e a seguradora Fidelidade. A intenção é obter compensação financeira pela matéria causadora de danos e pela percepção de riscos técnicos.
Ainda não há data definida para julgamentos, mas a ação foi apresentada no tribunal na presente semana, segundo fontes ligadas ao processo. O caso mantém o foco na responsabilidade institucional e na proteção de utilizadores de equipamentos urbanos.
Entre na conversa da comunidade