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Família da vítima do Elevador da Glória exige indemnização de um milhão à Carris

Família da vítima do acidente no Elevador da Glória exige 1 milhão de euros à Carris, acionando também a empresa de manutenção e Fidelidade em tribunal

Acidente no elevador da Glória fez 16 vítimas mortais e 22 feridos
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  • A família da vítima do acidente no Elevador da Glória exige um milhão de euros à Carris, também acionando a empresa de manutenção e a seguradora Fidelidade.
  • A ação, que também contempla a empresa de manutenção, foi entrado segunda no tribunal.
  • A indemnização é movida contra a Carris, a empresa de manutenção e a seguradora Fidelidade.
  • A vítima é Ana Paula, de 49 anos, trabalhadora da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa, que liderou o centro de adopções.
  • No dia do acidente, 3 de setembro do ano passado, Ana Paula tinha saído do trabalho e ido ao Elevador da Glória, pretendendo ir ao ginásio com uma amiga, que detetou o seu desaparecimento.

A família da vítima do acidente ocorrido no Elevador da Glória apresentou uma ação de indemnização de um milhão de euros contra a Carris. A ação é também dirigida contra a empresa de manutenção responsável pelo equipamento e a seguradora Fidelidade, segundo o jornal local.

Ana Paula, que tinha 49 anos, integrava a equipa da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa responsável pelos processos de adopção e chegou a liderar esse centro. No dia do acidente, saiu do emprego e utilizou o Elevador da Glória, como era hábito.

O incidente ocorreu a 3 de setembro do ano passado, quando Ana Paula seguia para um encontro no ginásio com uma amiga. Foi esta quem deu o alerta, após não conseguir contactá-la e ao perceber a sua ausência.

Processo e contexto

A equipa de advogados da família alega falhas na manutenção do elevador, apontando para responsabilidades partilhadas entre a Carris, o prestador de serviço e a seguradora Fidelidade. A intenção é obter compensação financeira pela matéria causadora de danos e pela percepção de riscos técnicos.

Ainda não há data definida para julgamentos, mas a ação foi apresentada no tribunal na presente semana, segundo fontes ligadas ao processo. O caso mantém o foco na responsabilidade institucional e na proteção de utilizadores de equipamentos urbanos.

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