- O Tribunal de Instrução Criminal do Porto decretou prisão preventiva para quatro dos 14 arguidos da Operação “Águas Turvas”.
- Dois restantes ficaram em prisão domiciliária com pulseira eletrónica.
- A investigação envolve um alegado esquema de corrupção na empresa municipal Águas de Gaia.
- O juiz justificou a prisão preventiva com perigos concretos de perturbação ao inquérito, da conservação da prova e de continuação da atividade criminosa, com indícios de abuso de poder, corrupção ativa e passiva e branqueamento.
O Tribunal de Instrução Criminal do Porto decretou, nesta terça-feira, prisão preventiva para quatro dos 14 arguidos da Operação Águas Turvas, que investiga um alegado esquema de corrupção na Águas de Gaia. Dois arguidos ficaram em prisão domiciliária com pulseira eletrónica.
O juiz considerou perigos concretos de perturbação ao inquérito, de conservação da prova e de continuação da atividade criminosa, justificando as medidas aplicadas aos arguidos.
Medidas restritivas
Os crimes imputados incluem abuso de poder, corrupção ativa e passiva e branqueamento de capitais, no âmbito da empresa municipal. A decisão reflete o andamento da investigação envolvendo a gestão da Águas de Gaia e 14 arguidos.
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