- Rui Rodrigues, candidato da lista D, participou num encontro com socios no Centro Social de Brito durante a campanha para as eleições do V. Guimarães.
- A sessão discutiu a proposta da lista C, liderada por Viriato Sampaio, de emitir um empréstimo obrigacionista entre 75 e 100 milhões de euros para reestruturar a dívida da SAD a vinte ou trinta anos.
- A posição da lista D foi apresentada por Rui Dias, candidato ao Conselho Fiscal, que afirmou que o financiamento de cerca de 75 milhões de euros, com prazo de 25 anos, implicaria encargos anuais de aproximadamente 6,15 milhões de euros.
- O Estádio D. Afonso Henriques gera cerca de 3 milhões de euros por ano, o que não cobre a parcela necessária para sustentar o compromisso, sendo preciso aumentar a receita para cerca de 7,3 milhões anuais, com um esforço financeiro total próximo de 153 milhões de euros ao longo dos 25 anos.
- Segundo a análise, apenas cerca de 11 milhões de euros seriam investidos no estádio para gerar esse crescimento, deixando o clube dependente de uma grande expansão de receitas e elevando o risco financeiro caso esse crescimento não se verifique.
Rui Rodrigues, cabeça de lista D, esteve hoje no Centro Social de Brito para um encontro com os vitorianos, em plena corrida eleitoral para o Vitória de Guimarães. O tema central foi a proposta apresentada pela lista C de Viriato Sampaio, que defende um empréstimo obrigacionista entre 75 e 100 milhões de euros.
A ideia apresentada pela concorrente visa reestruturar a dívida da SAD em 20 a 30 anos, com um financiamento de cerca de 75 milhões no prazo de 25 anos. Os custos anuais seriam estimados em 6,15 milhões de euros, segundo Rui Dias, candidato ao Conselho Fiscal da lista D.
Dias criticou a viabilidade da operação, indicando que o Estádio D. Afonso Henriques gera apenas cerca de 3 milhões por ano. Para sustentar o empréstimo, seria preciso aumentar a receita para cerca de 7,3 milhões anuais, o que implicaria um esforço adicional de mais 4,3 milhões por ano.
Segundo a análise apresentada, o esforço financeiro total ao longo de 25 anos rondaria os 153 milhões de euros, com juros na casa dos 79 milhões. Apenas 11 milhões seriam investidos no estádio para gerar o crescimento de receitas.
A avaliação sublinha que depender de um aumento de receitas superior a 4 milhões anuais durante 25 anos acarreta riscos de desequilíbrios financeiros e maior pressão sobre a gestão. O discurso enfatiza que a solução não resolve o problema presente, podendo transferi-lo para o futuro.
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