- O Comando Central dos EUA afirma ter efetuado o segundo ataque defensivo em três dias contra o Irão, destruindo quatro drones de ataque perto do estreito de Ormuz.
- A operação visou ainda uma estação de controlo terrestre em Bandar Abbas que estaria prestes a lançar um quinto drone.
- Os ataques ocorrem num contexto de cessar-fogo frágil e de negociações em curso para terminar a guerra, que já dura quase três meses, com o objetivo de reabrir o estreito de Ormuz.
- O presidente Donald Trump afirmou que a administração está a progredir para pôr fim à guerra, mas avisou que poderão “acabar o trabalho” se as negociações falharem.
- Analistas dizem que a ofensiva pode servir de argumento para mostrar progressos nas negociações, embora o desfecho do conflito permaneça incerto.
O Comando Central dos EUA informou que realizou novos ataques defensivos contra o Irão, sendo o segundo ápice em três dias. As ações visaram drones de ataque iranianos e uma estação de controlo terrestre, perto do estreito de Ormuz.
Alega-se que quatro drones iranianos de ataque unidirecional foram neutralizados, por representarem uma ameaça na área do estreito. Além disso, a estação de controlo em Bandar Abbas estaria prestes a lançar um quinto drone.
Trump participou num encontro de governo, afirmando avanços nas negociações para pôr fim à guerra, mas deixou claro que o ritmo pode mudar se as negociações falharem. O discurso ocorreu numa fase eleitoral norte-americana.
As ações ocorrem num contexto de cessar-fogo frágil e negociações em curso para abrir o estreito de Ormuz e encerrar quase três meses de conflito. Numa leitura de analistas, Trump tenta justificar medidas de pressão com vista a uma possível vitória política.
Na altura, Trump recusou a ideia de orientar a estratégia pelo calendário de intercalares, reforçando que não quer depender das eleições para decidir o curso do Irão. As avaliações sobre o desfecho permanecem incertas.
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