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Padre de Braga condenado por abuso de menores e afastado da Igreja

Arquidiocese de Braga afasta do sacerdócio o padre Albino Meireles, condenado a dois anos e dez meses de prisão suspensa por abusos sexuais de menores

Arquidiocese de Braga
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  • O padre Albino Meireles, antigo responsável por três paróquias em Guimarães, foi afastado do estado clerical pela Arquidiocese de Braga, por delitos contra o sexto mandamento.
  • O processo penal canónico concluiu com uma condenação de dois anos e dez meses de prisão, com pena suspensa, por abusos sexuais de três menores, ocorridos numa praia da Póvoa de Varzim, no verão de 2015.
  • O sexto mandamento da lei de Deus obriga a guardar castidade nas palavras e nas obras.
  • A Arquidiocese reconhece a gravidade dos atos e a dor provocada às vítimas, às suas famílias e às comunidades, e reafirma o compromisso com proteção, prevenção e transparência, em colaboração com as autoridades.
  • A instituição apela às vítimas de qualquer abuso para contactarem a Comissão de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis, mantendo reservado o comentário adicional sobre o caso.

A Arquidiocese de Braga informou que o padre Albino Meireles foi afastado do estado clerical por crimes contra o sexto mandamento. A decisão, por decreto de 21 de abril de 2026, segue após o encerramento do processo penal canónico. O facto ocorreu em Braga e envolve menores e pessoas vulneráveis.

O processo pode ter incidido sobre atos cometidos contra menores, com a igreja a reportar a conclusão do processo penal canónico e a aplicação da pena de demissão. A medida destina-se a afastar o sacerdote das funções religiosas.

O padre, antigo responsável por três paróquias em Guimarães, foi já condenado a dois anos e 10 meses de prisão com pena suspensa por abusos a três menores. Os atos teriam ocorrido na Praia da Póvoa de Varzim, no verão de 2015, envolvendo três irmãos com idades de 10, 4 e quase 2 anos.

Medidas da Arquidiocese

A igreja reconhece a gravidade dos atos e a dor provocada às vítimas, às famílias e às comunidades. Reitera o compromisso com proteção, prevenção e transparência, e que vai colaborar com autoridades civis e canónicas competentes.

A Arquidiocese reforça a proximidade às vítimas de abuso sexual e o objetivo de manter ambientes seguros para menores e pessoas vulneráveis. Mantém deveres de vigilância, formação e responsabilização dentro da diocese.

A diocese apela a todas as vítimas que entrem em contacto com a Comissão de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis. Por respeito às vítimas e à gravidade do assunto, não haverá comentários adicionais.

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