Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministro da Administração Interna afirma que fogos não podem ser fatalidade

O ministro da Administração Interna afirma que Portugal não pode aceitar incêndios como fatalidade, defendendo prevenção, gestão florestal e intervenção precoce

Ministro da Administração Interna, Luís Neves
0:00
Carregando...
0:00
  • O ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou que os fogos rurais não podem ser uma fatalidade e que o país precisa de instrumentos de prevenção e gestão florestal.
  • Em Figueira da Foz, salientou que é preciso trabalhar proativamente numa floresta limpa, organizada, que gere emprego, riqueza e coesão territorial.
  • Defendeu que uma floresta cuidada do ponto de vista científico é o melhor antídoto para os grandes incêndios e que a prevenção contínua torna os territórios mais seguros.
  • Garantiu que o Governo vai mudar a forma de lidar com os incêndios, com antecipação, conhecimento, gestão ativa da paisagem e cooperação entre entidades, processo que pode levar anos.
  • O trabalho de limpeza e desobstrução dos caminhos florestais nos 22 concelhos mais afetados está a decorrer, com 40 milhões de euros disponíveis para apoiar as Operações Integradas de Gestão da Paisagem e os privados.

O ministro da Administração Interna afirmou, esta quinta-feira, que Portugal não pode aceitar a fatalidade dos incêndios rurais. Em Figueira da Foz, insistiu na necessidade de instrumentos para prevenir e gerir os fogos, desde já, no âmbito florestal.

Luís Neves defendeu uma floresta cuidada e organizada, fundamentada em ciência, com uma nova paisagem que possa gerar emprego, riqueza e coesão territorial. A declaração surgiu durante a sessão de encerramento do debate promovido pela Navigator Company.

O governante sublinhou que territórios mais seguros resultam de prevenção contínua, gestão ativa e intervenção precoce. Garantiu que o país vai mudar o modelo de atuação frente aos incêndios, com maior antecipação e cooperação entre entidades.

Avanços e prazos

Neves afirmou que a mudança de paradigma vai exigir tempo, mas será implementada de forma gradual. Não houve promessas de soluções rápidas, mas o foco recai na gestão multidisciplinar e na eliminação de entraves de coordenação.

Durante a sessão, o ministro reiterou que não há espaço para improvisos na floresta, destacando a necessidade de limpeza de caminhos e gestão da paisagem. Afirmou que o trabalho atual prossegue em contrarrelógio.

No final, o governante mencionou avanços na limpeza de áreas afetadas pela depressão Kristin, com foco nos 22 concelhos mais atingidos. Adiantou que o esforço envolve centenas de pessoas e dezenas de meios.

Apoios e responsabilidades

Neves apelou aos cidadãos e proprietários para limpar a envolvente das habitações e unidades industriais. Caso não haja capacidade financeira, pediu que contactem as autoridades competentes.

Referiu ainda que o Governo dispõe de mais de 40 milhões de euros para as Operações Integradas de Gestão da Paisagem e para apoiar privados no processo de prevenção e desobstrução de áreas críticas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais