- Governo português está a atuar para garantir a integridade, segurança e repatriamento de dois médicos portugueses detidos por Israel durante a missão Sumud Global Flotilla, a caminho da Faixa de Gaza.
- Os médicos foram interceptados em águas internacionais, a bordo da embarcação da flotilha.
- Carlos Cortes, bastonário da Ordem dos Médicos, afirmou que entrou em contacto com os profissionais e que o Estado está a intervir de forma rápida para assegurar a sua dignidade e repatriamento.
- O Governo convocou o embaixador de Israel em Lisboa para protestar contra a detenção, considerada violação do direito internacional.
- A atuação envolve a cooperação entre o Ministério dos Negócios Estrangeiros e o Ministério da Saúde, segundo o bastonário.
Dois médicos portugueses foram detidos pelas autoridades israelitas durante a operação de uma flotilha humanitária destinada à Faixa de Gaza. A embarcação foi intercetada em águas internacionais.
O bastonário da Ordem dos Médicos afirmou que o Estado português está a agir para garantir a integridade, segurança e repatriamento dos profissionais. Disse ainda que tentou contactar os médicos, mas sem sucesso.
Os dois médicos integram a missão Sumud Global Flotilla, e a detenção ocorreu no âmbito dessa operação. Ainda não foram especificadas as identidades nem os detalhes legais apresentados pelas autoridades israelitas.
Na segunda-feira, o bastonário condenou a detenção e disse acompanhar o caso em colaboração com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e o Ministério da Saúde. O Governo convocou o embaixador de Israel em Lisboa para protestar.
O protesto foi apresentado perante o que o Governo descreveu como violação do direito internacional. A deputaçao diplomática visa esclarecer a situação e assegurar os direitos dos dois profissionais detidos.
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