- Bolsas europeias “Prova de Conceito” destinam-se a aproximar a ciência do mercado e apoiam investigação em laboratórios nacionais.
- No Instituto de Biologia e Medicina de Sistemas da Universidade Nova de Lisboa, a equipa cria modelos que replicam o cérebro humano afetado pela doença de Parkinson.
- O sistema usa células humanas num dispositivo que imita o funcionamento cerebral para testar fármacos de forma mais rápida e precisa.
- O dispositivo funciona com canais ligados a bombas peristálticas, que controlam a chegada de nutrientes, simulando a circulação sanguínea.
- A equipa pretende assim facilitar a passagem de ideias à inovação prática.
No Instituto de Biologia e Medicina de Sistemas da Universidade Nova de Lisboa, uma equipa está a desenvolver modelos que reproduzem o cérebro humano afetado pela doença de Parkinson. O objetivo é aproximar a investigação do mercado com apoio financeiro europeu.
As bolsas europeias Prova de Conceito destinam-se a facilitar a passagem de descobertas para aplicações práticas. A equipa trabalha com células humanas num dispositivo tecnológico que simula, de forma fiel, como funciona o cérebro de quem tem a doença.
O sistema utiliza canais conectados a bombas peristálticas para gerenciar o fornecimento de nutrientes às células, simulando a circulação sanguínea. Este método permite testar fármacos com maior rapidez e precisão, segundo os investigadores.
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