- O Tribunal da Relação de Évora negou a libertação condicional a Paulo Pereira Cristóvão, ex-vice-presidente do Sporting.
- Cristóvão cumpre na cadeia de Évora uma pena de sete anos e cinco meses de prisão, resultante de crimes de roubo, furto e sequestro, proferidos em 2019.
- O líder da claque Juventude Leonina, Nuno Mendes “Mustafá”, foi também condenado, com uma pena de seis anos e quatro meses.
- O Tribunal de Execução de Pensos afastou a possibilidade de liberdade condicional, decisão que motivou recurso da defesa de Cristóvão.
- A defesa cita o caso de Isaltino Morais, que saiu da cadeia com metade da pena cumprida, como contexto para o recurso.
O Tribunal da Relação de Évora rejeitou a libertação condicional de Paulo Pereira Cristóvão, antigo vice-presidente do Sporting. O arguido continua a cumprir na cadeia de Évora uma pena de sete anos e cinco meses, por crimes de roubo, furto e sequestro, no mesmo processo em que Nuno Mendes, conhecido por “Mustafá”, foi condenado a seis anos e quatro meses.
A decisão acompanha o parecer já emitido pelo Tribunal de Execução de Pensos, que afastou o benefício da liberdade condicional. A defesa de Pereira Cristóvão recorreu para o TRE, citando o caso de Isaltino Morais, que saiu da prisão com metade da pena cumprida.
O TRE manteve a posição de que não havia fundamentação suficiente para conceder a libertação condicional neste momento. Não são avançados novos prazos ou condições de cumprimento alternativo até que haja nova análise, segundo fontes oficiais ligadas ao processo.
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