- O Tribunal da Relação de Évora negou a liberdade condicional a Paulo Pereira Cristóvão.
- O ex-vice-presidente do Sporting começou a cumprir a pena de sete anos e cinco meses em fevereiro de 2024 e já recorreu, após o Tribunal de Execução de Penas ter afastado essa hipótese; a decisão manteve-o na cadeia de Évora.
- A condenação ocorreu em 2019, por roubos violentos, furtos e sequestros, num processo que envolveu o líder da claque Juventude Leonina e vários polícias.
- Pereira Cristóvão recorreu até ao Supremo, tendo começado a cumprir a pena cinco anos após o veredicto.
- O arguido invocou o caso de Isaltino Morais, libertado com metade da pena cumprida, como comparação.
O Tribunal da Relação de Évora negou hoje a liberdade condicional a Paulo Pereira Cristóvão, ex-vice-presidente do Sporting. O antigo inspetor da Polícia Judiciária recorreu à decisão do Tribunal de Execução de Penas, que já tinha afastado a hipótese de libertação. A decisão mantém o condenado na cadeia de Évora.
Pereira Cristóvão iniciou o cumprimento de uma pena de sete anos e cinco meses em fevereiro de 2024. O recurso chegou ao tribunal autónomo após uma primeira recusa da libertação condicional, com a argumentação centrada na gravidade do crime e no risco de reiteração.
O caso remonta a uma condenação de 2019, confirmada após recurso até ao Supremo. A sentença relaciona roubos violentos, furtos e sequestros, envolvendo o líder da claque Juventude Leonina e vários agentes da polícia. O ex-futebolista citou o caso de Isaltino Morais, libertado com metade da pena cumprida, como referência para o seu pedido.
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