- Em Trás-os-Montes, a colheita de cereja está mais fraca devido à chuva intensa nas últimas semanas.
- Há produtores com quebras superiores a cinquenta por cento, com uma perda prevista de cerca de cinquenta mil euros.
- O agricultor Luciano Silva explica que, num ano normal, a colheita nesta região seria de cerca de sete toneladas.
- O preço do quilo mantém-se em cerca de três euros, já que a cereja não está tão doce nem com qualidade ideal.
- Os agricultores pedem ajudas para os prejuízos e esperam bom tempo para que a restante colheita amadureça e chegue com qualidade.
Em Trás-os-Montes, a colheita de cereja está mais fraca este ano devido às chuvas intensas das últimas semanas, que atrasam o amadurecimento e comprometem a produção. A chuva contribuiu para quedas de volume e qualidade no fruto.
Alguns produtores enfrentam quebras superiores a 50%. Luciano Silva, que numa temporada normal colhe cerca de sete toneladas, explica que as condições climáticas estragaram as previsões de produção.
A estimativa de perdas é da ordem de 50 mil euros, já que grande parte da cereja está rachada e não chega ao mercado. O preço por quilo não sofreu alterações, mantendo-se em cerca de três euros, com o produtor Joel Morais a referir que a fruta não está tão doce nem tão boa como habitualmente.
Os agricultores apelam a apoio para os prejuízos causados e aguardam bom tempo para que a cereja que ainda não amadureceu possa ser recolhida, mantendo a qualidade desejada para venda.
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