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Pássaros nascem do tronco da camélia no Mercado à Moda Antiga

Da camélia à madeira: aves esculpidas destacam XXVII Mercado à Moda Antiga em Oliveira de Azeméis, reavivando artesãos, tradições e memória local

Artesãos, associações e tradições voltaram a ocupar as ruas de Oliveira de Azeméis numa viagem marcada por peças únicas, sabores típicos e memórias vivas
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  • A XXVII edição do Mercado à Moda Antiga abriu em Oliveira de Azeméis, com várias bancas de artesanato, gastronomia e memória, e vai até domingo.
  • José Rocha criou aves em madeira a partir de uma camélia cortada, destacando-se entre as peças expostas no evento.
  • O espetáculo envolve artesãos, associações e grupos que exibem técnicas de restauro, velharias e produtos locais, elogiando a organização e a qualidade das barracas.
  • Na gastronomia, o Grupo Cultural e Recreativo de Ossela apresenta broa de milho, bolo de canela, broa de mel e queijo, contribuindo para a divulgação da freguesia e para o apoio ao futsal local.
  • Outros sabores e tradições ajudam a compor o ambiente: rojões preparados por Adelaide Costa e António Costa, figuras trajadas e atividades de rua que recriam modos de vida de outros tempos, com mais de uma centena de entidades envolvidas.

O Mercado à Moda Antiga de Oliveira de Azeméis abriu portas na manhã de hoje, com a XXVII edição a reunir artesãos, associações e tradições em ruas históricas. Da madeira de uma camélia nasceu uma coleção de pássaros de madeira, criados por José Rocha, que atrai visitantes entre as bancas do certame. A exposição prossegue até amanhã.

José Rocha, artesão da freguesia de Madail, criou as peças a partir de uma necessidade de aproveitamento do tronco. O restauro e o contacto com outros artesãos ajudaram a tornar a sua coleção um exemplo do que o evento pretende mostrar: trabalho artesanal com história própria, numa edição marcada pela organização e pelo espaço aberto.

O artesão comenta que a ideia surgiu motivada pela filha, que o incentivou a esculpir aves para o neto. A sua participação é visto como uma continuidade de um percurso profissional que inclui restauro e comércio de velharias, com o objetivo de apresentar novas criações sem perder a relação com o passado.

Gastronomia local

A banca do Grupo Cultural e Recreativo de Ossela destaca-se pela broa de milho, bolo de canela, broa de mel e queijo, que atraem visitantes e ajudam a financiar o grupo de futsal local. A presença assídua da comunidade fideliza público e reforça o papel social do evento.

Entre os visitantes, Florinda Freira recorda os tempos antigos ao visitar o certame todos os anos, acompanhado por outras pessoas que também destacam o sabor das lembranças. Adelaide Costa e António Costa colaboram com a Associação de Pais de Jardim de Infância do Cruzeiro, partilhando uma tradição de rojões que envolve conhecimento ancestral.

O certame reúne ainda mais de uma centena de associações, artesãos e coletividades, com dezenas de tendas que combinam produtos agrícolas, artesanato, oficinas e espaços de restauração. A música popular acompanha o retrato vivo de uma cidade que revive modos de vida de outros tempos.

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