- Ministros da UE reuniram-se em Bruxelas para discutir como a Ucrânia pode usar o empréstimo de 90 mil milhões de euros para combater a agressão russa.
- O ministro da Defesa da Estónia, Hanno Pevkur, afirmou à Euronews que não há dúvida de que a responsabilidade deve acompanhar este dinheiro.
- Pevkur disse que a Ucrânia está a analisar seriamente a importância de evitar rumores e problemas ligados a esta ajuda, para manter apoio no futuro.
- O empréstimo está ligado a investigações sobre alegações de corrupção envolvendo um antigo chefe de gabinete do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy.
- O ministro da Defesa ucraniano, Mykhailo Fedorov, participou das discussões do Conselho de Assuntos Estrangeiros, destacando a continuidade da assistência para reconstrução da Ucrânia e para se tornar um país europeu estável.
Os ministros da UE reuniram-se em Bruxelas para debater a alocação do empréstimo de 90 mil milhões de euros concedido à Ucrânia. O objetivo é garantir que os fundos sejam utilizados de forma adequada e eficaz, tanto na fase de guerra como no apoio à reconstrução.
O ministro da Defesa da Estónia, Hanno Pevkur, disse à Euronews que não há dúvidas sobre a necessidade de responsabilização no uso do empréstimo. Foi mencionada uma investigação envolvendo o antigo chefe de gabinete do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, o que torna essencial a fiscalização.
Pelo lado ucraniano, o ministro da Defesa Mykhailo Fedorov participou nas negociações do Conselho dos Negócios Estrangeiros, com foco na defesa. Reiterou que a Ucrânia continua a precisar de assistência para sustentar a reconstrução e avançar rumo a uma sociedade europeia.
Controlo de uso de fundos
A prioridade é evitar rumores e problemas associados à ajuda externa. A dupla ênfase é manter o apoio financeiro estável nos próximos anos e assegurar transparência na aplicação dos recursos. As discussões continuam, sem datas anunciadas para decisões finais.
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