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Marido controlador que matou mulher com 49 facadas recebe pena máxima

O marido controlador foi condenado a 25 anos de prisão pelo homicídio qualificado de Alcinda Cruz, após 49 facadas, no Barreiro, com 17 anos de violência doméstica

Crime foi cometido na casa onde o casal vivia, na Rua General Norton de Matos, no Barreiro
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  • O Tribunal de Almada condenou a 25 anos de prisão um homem, segurança no aeroporto de Lisboa, pelo homicídio qualificado de Alcinda Cruz, 46 anos, no Barreiro.
  • O crime ocorreu a 8 de janeiro de 2025, na casa do casal na Rua General Norton de Matos, no centro do Barreiro.
  • A vítima sofreu 49 facadas, ainda que o agressor tenha rasgado o pescoço à dentada e asfixiado a vítima, segundo a acusação.
  • O arguido foi ainda considerado responsável por dois crimes de violência doméstica contra a vítima e contra a filha, então com 21 anos, a qual era importunada sexualmente.
  • O crime terá decorrido após uma discussão sobre a explicação do filho mais velho, quando o agressor voltou à casa ao ver a vítima a pedir socorro.

O Tribunal de Almada condenou a 25 anos de prisão um homem, funcionário de segurança no aeroporto de Lisboa, pelo homicídio qualificado de Alcinda Cruz, 46 anos, em Barreiro. O arguido rasgou o pescoço da vítima com dentes, asfixiou-a e desferiu-lhe 49 facadas. Também ficou provada a prática de dois crimes de violência doméstica contra a vítima e contra a filha desta, então com 21 anos, que também foi importunada sexualmente.

O crime ocorreu a 8 de janeiro de 2025, na casa do casal, na Rua General Norton de Matos, no Barreiro. A acusação aponta 17 anos de violência doméstica e de controlo absoluto exercidos pelo arguido contra Alcinda. Na noite do sucedido, perto das 22h30, surgiu uma discussão sobre quem pagaria a explicação do filho mais velho. Alcinda foi agredida e o arguido deixou o imóvel, prometendo matar a vítima.

O arguido regressou ao lar ao ver Alcinda a telefonar para a filha. O Tribunal entendeu que a raiva provocada pela súbita solicitação de ajuda foi determinante para o ataque fatal. Pedro Antiqua da Cruz foi considerado responsável pelo homicídio qualificado e pelos dois crimes de violência doméstica, conforme a matéria provada em julgamento.

Identifica-se ainda que o arguido apresentava um histórico de controlo sobre a convivência do casal, bem como comportamentos de intimidação. O processo segue now para avaliação de eventuais medidas de segurança adicionais, conforme a lei aplicável.

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