- O cadete expulsado do Curso de Oficiais do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna recorreu para o Supremo Tribunal Administrativo (STA).
- O recurso foi apresentado ao STA, ainda sem despacho de admissão.
- Entre os dezoito anos, o cadete publicou conteúdos ligados à extrema-direita, incluindo uma imagem de uma bandeira LGBT a arder e referências ao grupo ultranacionalista 1143.
- A PSP abriu um processo disciplinar e expulsou-o do curso; em primeira instância, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel reconheceu-lhe a razão.
- O Tribunal Central Administrativo Norte validou a expulsão, com voto de vencido de um dos juízes; o veredicto final está pendente no STA.
O cadete expulsou-se do Curso de Oficiais do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna por publicações associadas à extrema-direita na rede social X. O recurso ao Supremo Tribunal Administrativo (STA) já foi interposto, ainda sem despacho de admissão, informou o chefe de gabinete do presidente do STA.
Segundo o JN, entre os 16 e os 18 anos, o jovem publicou conteúdos de teor extremista, incluindo uma imagem de uma bandeira LGBT a arder e referências ao grupo ultranacionalista 1143. As publicações permaneceram no X após o ingresso no curso.
A expulsão ocorreu após uma denúncia de uma colega e a abertura de um processo disciplinar pela PSP. Em primeira instância, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel reconheceu a razão do cadete, que contestou a decisão.
A PSP recorreu para o Tribunal Central Administrativo Norte, que confirmou a expulsão com voto de vencido de um dos três juízes. O veredicto do Supremo Tribunal Administrativo ainda não foi divulgado, estando pendente a atuação final do STA.
Desdobramentos
- O caso envolve o Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, a PSP e o STA.
- O recurso apenas questiona a legalidade e a adequação da sanção disciplinar, sem ainda definir o desfecho.
Entre na conversa da comunidade