- A grande exposição No Rasto de Luís Camões foi inaugurada na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa, e transformou-se numa homenagem ao director Diogo Ramada Curto, falecido recentemente.
- A cerimónia ocorreu durante as celebrações dos 500 anos do nascimento de Camões.
- A mostra também revelou espaços renovados da BNP, projectados pelo arquitecto Aires Mateus.
- Entre os objetos expostos está o coco-do-mar, a maior semente do reino vegetal, mencionada em Os Lusíadas e protegida em vitrinas.
A exposição No Rasto de Luís Camões abriu na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa, nesta terça-feira, integrada nas comemorações dos 500 anos do nascimento do poeta. O evento transformou-se numa homenagem ao diretor Diogo Ramada Curto, falecido recentemente. A mostra revelou ainda espaços renovados pela arquitetura de Aires Mateus.
A mostra apresenta referências de Camões, incluindo elementos que aparecem em Os Lusíadas. Entre eles, o coco-do-mar, a maior semente vegetal conhecida, protegido por vitrinas dado o seu valor histórico no século XVI.
Os espaços da BNP foram renovados para acolher o público, numa intervenção liderada por Aires Mateus, que liga o passado literário à infraestrutura da biblioteca. A inauguração reforça o papel da instituição como memória e referência cultural.
Homenagem ao diretor
A cerimónia associou a inauguração a uma homenagem ao diretor Diogo Ramada Curto, com memórias de colegas e membros da academia que acompanharam o seu percurso na BNP. O momento destacou o legado de gestão e promoção do património bibliográfico.
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