- Um mecânico descobriu que o carro da ex‑companhante de luxo tinha um GPS instalado para monitorizar a localização da mulher.
- O suspeito pretendia confirmar se ela tinha retomado a atividade de acompanhante de luxo, após ter começado a trabalhar numa empresa de catering com horários noturnos.
- Em pelo menos duas ocasiões, ele enviou mensagens insinuando que sabia onde ela se encontrava.
- Foi condenado por violência doméstica com pena suspensa de dois anos e meio de prisão.
- O recurso interposto pelo arguido foi rejeitado, com o Tribunal da Relação de Lisboa a confirmar a decisão.
Um mecânico descobriu que o carro da ex-companheira de luxo era vigiado com GPS. A suspeita de que ela retomaria a atividade de acompanhante surgiu após ela ter iniciado um novo emprego numa empresa de catering com turnos noturnos.
O homem, descrito como controlador e agressivo, instalou o aparelho para monitorizar a localização e os movimentos da mulher. Em pelo menos duas ocasiões enviou mensagens insinuando saber onde ela se encontrava.
Foi condenado por violência doméstica a uma pena suspensa de dois anos e meio de prisão. Recorreu da decisão, mas o recurso foi rejeitado.
O Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a sentença, mantendo a suspensão da pena. O caso envolve ainda as circunstâncias da vigilância através do GPS instalado na viatura da vítima.
Dispositivo foi detetado pelo mecânico, que entregou as informações às autoridades. O processo permanece dentro dos trâmites legais previstos em Portugal.
Fonte: Jornal de Notícias
Entre na conversa da comunidade