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Regina Guimarães afirma que continuar é fundamental

Regina Guimarães lança Caderno das Clareiras e recebe homenagem no Porto a 9 de setembro; obra cruza poesia, teatro e tradução, entre casa e criança

Regina Guimarães
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  • Regina Guimarães afirma que “continuar” é absolutamente fundamental e não aceita a ideia de conclusão.
  • Será tb homenageada no dia 9, no Porto, por um percurso que não se submete a alinhamentos simples.
  • A entrevista decorreu na biblioteca do pai, na véspera do lançamento do novo livro Caderno das Clareiras, pela editora Exclamação.
  • A obra da autora cruza poesia e teatro, tradução e escrita original, cinema e ensino, muitas vezes em colaboração.
  • Temas centrais da sua obra incluem a casa e a criança, com a linguagem, a infância e a doença a entrarem na conversa.

Regina Guimarães prepara-se para um momento de reconhecimento público no Porto, onde será homenageada no dia 9. A propósito do lançamento do seu novo livro, o Caderno das Clareiras, a escritora entrega-se a uma entrevista sobre linguagem, infância e doença.

A conversa decorreu na biblioteca do pai, rodeada de livros, quadros e objetos que pontuam a sua vida. A casa e a criança aparecem como temas centrais na obra, cruzando poesia, teatro, tradução e ensino.

O novo livro, editado pela Exclamação, marca a continuidade da obra de Guimarães, que atua em vários registos e colaborações. A autora recusa conviver com reducionismos ou margens, mantendo um percurso plural.

Homenagem e lançamento do novo livro

A iniciativa homenageia uma trajetória que atravessa décadas e géneros sem se enquadrar num único rótulo. A entrevista também enfatiza a relação entre criação e resistência à conclusão.

Guimarães tem o contacto com a literatura desde a infância, o que se reflete na diversidade de formatos que abraça. A obra situa-se entre poesia, teatro, tradução e cinema, em regime de colaboração.

A coordenadora da edição enfatiza que a autora continua ativa, com novos projetos e colaborações. A data da homenagem e o lançamento visam destacar a amplitude do seu contributo cultural.

A memória da casa, os objetos do dia a dia e a criança presente na ficção verificada na entrevista convidam o público a acompanhar a obra em desenvolvimento. A divulgação centra-se no Porto.

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