- A Polícia Judiciária concluiu o desmantelamento de um grupo criminoso internacional, com a extradição de ao Reino Unido do último elemento ainda em fuga.
- O gangue, composto por oito homens e uma mulher cidadãos estrangeiros, realizou dois ataques de caráter paramilitar nas zonas de Castelo Branco e Idanha-a-Nova para roubar criptomoedas.
- No primeiro ataque, cinco pessoas numa propriedade rural foram ameaçadas com armas e forçadas a transferir dezenas de bitcoins, avaliados em cerca de três milhões de euros; no segundo ataque não ocorreu a transferência pretendida.
- Em março, o Tribunal Judicial da Comarca de Castelo Branco condenou oito envolvidos a penas que vão de três anos e onze meses a nove anos de prisão; sete foram detidos em Portugal e dois no Reino Unido, sendo que um deles já tinha sido condenado no Reino Unido a quatro anos e dois meses de prisão efetiva.
- O extraditado foi apresentado ao tribunal na quarta-feira e ficou em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, enquanto aguarda o decorrer do processo.
A Polícia Judiciária concluiu o desmantelamento de um grupo criminoso internacional, responsável por dois ataques armados para roubar criptomoedas, com a extradição do último elemento ainda em fuga para Portugal. O atiraram os envolvidos em ataques em zonas de Castelo Branco e Idanha-a-Nova, com milhar de bitcoins avaliados em cerca de 3 milhões de euros.
O grupo, composto por oito homens e uma mulher, todos estrangeiros, planeou e executou dois ataques com recurso a armas em setembro de 2020 e novembro de 2021, visando residentes estrangeiros em Portugal detentores de criptomoedas. O primeiro ataque resultou no controlo de cinco pessoas numa herdade rural e na transferência de dezenas de bitcoins.
No segundo ataque não foi concretizada a transferência pretendida, e não houve registo de vítimas adicionais. Em 25 de março, o Tribunal Judicial da Comarca de Castelo Branco condenou oito dos envolvidos a penas entre 3 anos e 11 meses e 9 anos de prisão.
Dos nove elementos do grupo, sete foram detidos em Portugal e dois no Reino Unido. Um deles já tinha sido condenado no Reino Unido a quatro anos e dois meses de prisão efetiva, após intercetado em janeiro de 2024.
O extraditado foi presente, esta quarta-feira, a tribunal, que ordenou a sua condução ao Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, onde aguardará o decorrer do processo em prisão preventiva.
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